Especial Turismo: Inovação, tecnologia e sustentabilidade. As bases para construir o amanhã.
A poucos dias da 4.ª edição do BOOST, evento internacional que vai debater o turismo no próximo dia 16, em Lisboa, traçamos o perfil do setor, no mercado nacional e internacional, analisamos o peso da atividade na economia e algumas das tendências que se perspetivam. Inovação tecnológica e sustentabilidade marcam o futuro.
A evolução do turismo mundial nos últimos anos é uma evidência que não passa despercebida a ninguém, como comprovam, aliás, os dados da Organização Mundial do Turismo (UNWTO). De 2000 a 2010, as entradas de turistas em todas as fronteiras do mundo aumentaram a uma taxa média anual de 3,4%, percentagem que passou para 4,8% entre 2010 e 2019. Uma trajetória de crescimento que sofreu uma quebra devido à pandemia (Covid-19), para voltar a recuperar o percurso ascendente a partir de 2022.
Portugal tem acompanhado este movimento global de crescimento. A evolução turística, nas suas diversas vertentes, tem sido exponencial e representa, como afirmou Alessandra Priante, presidente da ENIT SpA, Agência Nacional Italiana de Turismo (e oradora do BOOST 2026), “uma das histórias de turismo mais inteligentes e criativas da Europa: posicionamento focado, forte consistência de marca e notável capacidade de traduzir estratégia em execução”.
A realidade é que o turismo é cada vez mais um setor-chave, altamente estratégico, e uma das atividades económicas com maiores taxas de crescimento nos últimos anos. De acordo com a Pordata, de 2012 para 2024, o número de dormidas nas várias formas de alojamento turístico mais do que duplicou no país, passando de 39,7 milhões para 80,4 milhões. Por sua vez, o número de chegadas a Portugal de turistas não residentes atingiu os 26,5 milhões, em 2023, e os 29 milhões, em 2024.
Também os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmam Portugal como uma geografia muito apelativa para os turistas. Assim, até outubro de 2025, o número de hóspedes nos estabelecimentos de alojamento turístico atingiu os 28 milhões (mais 3,1%), as dormidas subiram 2,2%, para os 73 milhões e os proveitos totais subiram para os 6,4 mil milhões de euros.
A pensar no futuro, a nova estratégia do turismo nacional para a próxima década – Estratégia de Turismo 2035 (ET2035) – deverá ser apresentada brevemente para, posteriormente, ser submetida a um processo de consulta pública, como noticiou o Público. No passado mês de dezembro, e no âmbito do 50.º Congresso Nacional da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), que decorreu em Macau, Pedro Machado, Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, abordou alguns dos pontos que constarão neste documento. Na ocasião, adiantou, “estamos a fazer esta discussão séria. Fizémo-lo a nível nacional nas sete regiões, envolvemos mais de duas mil pessoas entre a academia e o setor privado, o setor público, o setor local e estamos, neste momento, diria que a fazer as afinações em discussão séria, responsável, com a Confederação do Turismo de Portugal. Queremos que as 12 medidas ou os 12 programas (…) reforcem exatamente este encontro de vontades”.
A visão dos portugueses, segundo a FFMS
As perceções e atitudes da população portuguesa em relação ao turismo estão retratadas nas conclusões do barómetro sobre o turismo divulgado pela Fundação Manuel dos Santos (FFMS) no final de 2025. Trata-se da visão das 1072 pessoas contempladas na análise (de um universo composto por residentes em Portugal continental, com idade igual ou superior a 18 anos, falantes de língua portuguesa, com telefone da rede fixa e/ou acesso à internet), que foi realizada entre 22 de abril e 2 de julho de 2025, pela DOMP, S.A. para a Fundação.
O que os portugueses pensam sobre o turismo é claro, com a maioria a reconhecer a importância económica do setor. Mas com um senão, já que querem “uma gestão mais controlada do número de turistas”, ao mesmo tempo que se queixam da “distribuição assimétrica dos seus benefícios”.

Fonte: Barómetro Fundação Francisco Manuel dos Santos Dados: Turismo de Portugal
O barómetro da FFMS concluiu que o turismo é visto pelos portugueses como bom para a economia nacional, mas não como fator de aumento do rendimento dos cidadãos. Mais: destaca que os impactos mais negativos do turismo sentem-se na habitação e nos preços, sobretudo nos municípios com alta intensidade turística. Predomina também a opinião de que as empresas são quem mais beneficia com o turismo, em contraste com a população residente, ao mesmo tempo que existe um claro desejo de que os cidadãos tenham maior influência sobre as políticas para o turismo.
Mas as mensagens que o barómetro da Fundação Manuel dos Santos passa ao mercado não ficam por aqui. Os inquiridos mostram-se moderadamente entusiastas quanto ao crescimento do turismo nos próximos anos, preferindo um ritmo equilibrado, ao mesmo tempo que a maioria concorda que se deve priorizar o bem-estar dos residentes, reduzir o alojamento local e limitar o número de turistas em certas zonas do país.
“São indicadores muito positivos para podermos, por um lado, tomar boas decisões, e, por outro lado, registar aquilo que é o reconhecimento que foi feito sobre a importância que o turismo tem para Portugal”, sublinhou Pedro Machado, Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, numa intervenção televisiva sobre o barómetro da FFMS. Aliás, afirmou, “estamos a falar de uma indústria muito poderosa”. Pedro Machado lembrou que “esta indústria fez com que em 2024 tivéssemos recebido 30 milhões de pessoas, de estrangeiros, o que gerou mais de 80 milhões de dormidas e mais de 27.7 mil milhões de receitas”. O Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços reconhece a importância estratégica que o turismo representa para o país, ao mesmo tempo que sublinha o impacto do turismo em 49 atividades.
Fórum Económico Mundial analisa
O Fórum Económico Mundial (WEF, na sigla inglesa) apresenta Portugal como um case study de desenvolvimento do ecossistema de turismo no relatório “Beyond Tourism: Coordinated Pathways to Inclusive Prosperity”. Na sua análise ao país, destaca que é fundamental reequilibrar o turismo através da coordenação de toda a economia, e que o grande desafio é o aumento do atrito entre visitantes e residentes. Infraestruturas, finanças, tecnologia e inovação, pessoas e competências e política e governação, devem ser os facilitadores deste desafio. O relatório valoriza o facto das receitas do turismo mais do que duplicaram entre 2010 e 2019, e a contribuição do setor para o PIB que atingiu os 15%, com mais de 400 mil empregos diretamente ligados ao turismo.
Transformação digital e sustentabilidade marcam o futuro
Reconhecidamente uma indústria transversal a muitos setores de atividade, e que impacta significativamente muitos deles, o turismo, tal como outros setores, também não escapa à transformação digital. Esta está, inclusivamente, como sublinham os diferentes players do setor, a redesenhar o ecossistema turístico mundial, e por inerência o nacional.
O próprio Fórum Económico Mundial assume que o setor global de T&T (Travel & Tourism) está à beira de mudanças sem precedentes. Segundo o último relatório “Travel and Tourism at a Turning Point: Principles for Transformative Growth”, em 2034 prevê-se que o T&T sirva aproximadamente 30 mil milhões de visitas turísticas e contribua com 16 mil milhões de dólares para o PIB global, representando mais de 11% da economia global.

A tecnologia e a inovação garantem que a capacidade digital estará acessível em todo o ecossistema, no mundo. Padrões abertos, plataformas interoperáveis, ambientes de dados partilhados, por exemplo, reduzirão a exclusão e a concentração de mercado. Por seu turno, a adoção coordenada de ferramentas para previsão de procura, gestão do fluxo de visitantes, desenvolvimento de competências, pagamentos e relatórios de sustentabilidade, melhorarão a eficiência e apoiarão melhor quer as decisões dos operadores públicos quer dos privados.
Contudo, e como lembra Roberto Antunes, diretor executivo do NEST – Centro de Inovação do Turismo, entidade organizadora do BOOST, em entrevista ao Link to Leaders “a transformação digital é exigente e não se faz apenas com um nível básico de conhecimento. Exige capacitação contínua, investimento, experiência e espírito crítico. Implica questionar modelos operativos, torná-los mais ágeis e, muitas vezes, entrar em territórios onde ainda não existe oferta”.
Por isso, e até para que Portugal se possa posicionar como um hub global de inovação no turismo, o diretor executivo do NEST destaca a importância de “promover uma cultura de inovação assente na ideia de que estar na linha da frente do conhecimento é essencial para a transformação”, um trabalho que o BOOST procura desenvolver ano após ano. A isso, acrescenta, “juntam-se a capacitação, a cooperação, os programas de apoio e o alinhamento com grandes esforços europeus”.
Uma ideia também corroborada por Bugge Holm Hansen, futurista e consultor sénior do Copenhagen Institute for Futures Studies (igualmente orador no BOOST no próximo dia 16 de janeiro): “a tecnologia deve ser tratada como infraestrutura social, não como um complemento. Bem utilizada, reduz o atrito, melhora a acessibilidade e a segurança, e ajuda os destinos a equilibrarem a procura com a capacidade local”. Mas, alerta, “se mal usada, amplifica a sobrelotação, concentra valor em poucas plataformas e transforma locais em fábricas de conteúdo”. Por isso, conclui, “a inovação deve passar de “mais marketing” para sistemas melhores que tornem as viagens mais suaves, justas e de menor impacto. Mais importante ainda, precisamos de uma conversa pública mais clara sobre o que queremos que a tecnologia faça pelo turismo e o que não queremos, porque se não desenharmos estes sistemas intencionalmente, eles acabarão por desenhar o setor por nós”.
Para este futurista, “o turismo pode existir sem tecnologia, mas o turismo moderno, na minha opinião, não consegue escalar, coordenar ou prosperar sem ela”. Explica que, agora, “a tecnologia está integrada na forma como as pessoas vivem, trabalham, sonham e decidem”.
Nos desenvolvimentos tecnológicos mais recentes, e mais disruptivos, destaca a inteligência artificial, “que altera o planeamento, o serviço, o conteúdo e a tradução, a distribuição algorítmica, onde a classificação e a recomendação da plataforma moldam a procura e as ofertas”. O futurista Bugge Holm Hansen sublinha ainda que “o futuro do turismo não é apenas uma história de tecnologia. É uma história humana sobre significado, confiança, segurança e lugar”. E conclui que “o perigo é tratar a tecnologia como estratégia. A oportunidade está a usar a tecnologia para proteger o que torna as viagens valiosas: autenticidade, acesso, aprendizagem e benefício partilhado”.
De mãos dadas com tecnologia, a sustentabilidade afirma-se também, como já vimos, como um pilar base para que o turismo e as experiências que este proporciona, sejam cada vez mais responsáveis. Roberto Antunes, diretor executivo do NEST, frisa que a convergência entre estes dois indicadores “é inevitável, mas precisa de ser acelerada”. Em Portugal, explica, “isso tem sido trabalhado através de programas nacionais e da atuação do NEST, que tem promovido ferramentas e iniciativas de inovação. Importa também sublinhar que, para o turista atual, a sustentabilidade não é um fator isolado: influencia a escolha de produtos e destinos e está ligada à imersão cultural, ao contacto com a natureza, à saúde e ao bem-estar, sem comprometer a qualidade da experiência”.
Esta tem sido uma tarefa assumida, também, pelo Turismo de Portugal com os inúmeros programas que tem promovido para incentivar e distinguir quem faz da sustentabilidade uma prioridade. Ainda no final de 2025 distinguiu com o selo “Sustainability Engaged” (no âmbito do Programa Empresas Turismo 3600) um total de 248 empresas turísticas reconhecendo, assim, o compromisso destas com a adoção de práticas de sustentabilidade. Uma iniciativa que integra os eixos estratégicos do Turismo de Portugal para posicionar o país entre os destinos turísticos mais competitivos e sustentáveis a nível global.
De olhos postos em 2030
As muitas dimensões que a atividade turística abarca não estão isentas de desafios. Sendo uma atividade económica significativa, e com números impressionantes, como referido anteriormente, saltam para a ordem do dia as muitas prioridades que esta indústria não pode descurar, sob pena de inviabilizar o desenvolvimento positivo da própria sociedade.
Aqui – e numa altura em que, globalmente, dominam as tensões geopolíticas, os conflitos, as mudanças climáticas ou a desigualdade – entram na equação a necessidade do turismo adotar práticas sustentáveis (em resposta às mudanças climáticas, à perda de biodiversidade e à poluição), uma governança inclusiva que inclua a comunidade no planeamento e na gestão, como forma de garantir a identidade, os direitos e o bem-estar das populações locais.
Dizem os especialistas do Fórum Económico Mundial que o turismo pode ajudar a construir um futuro melhor. Contudo, há que trazer para a linha da frente os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e sua promessa de um plano partilhado para a paz, a prosperidade, as pessoas e o planeta até 2030.
Zurab Pololikashvili, que foi secretário-geral da United Nations World Tourism Organisation até ao final de 2025, citado pelo Fórum Económico Mundial, sublinhou que “a inflação persistente, as altas taxas de juros, a volatilidade dos preços do petróleo e as interrupções no comércio podem afetar o ritmo da recuperação”. Simultaneamente, “a incerteza decorrente da contínua agressão russa contra a Ucrânia, do conflito entre Israel e o Hamas e das crescentes tensões no Oriente Médio, juntamente com outras tensões geopolíticas cada vez maiores, também podem afetar a confiança dos viajantes”, concretiza.
O impacto de alguns destes acontecimentos na recuperação do setor e no potencial do turismo para abordar os cada vez mais emergentes problemas ambientais, sociais e económicos do mundo, será relevante. Cabe aos diferentes players da indústria – operadores públicos e privados, governos, entidades ligadas ao turismo, entre muitos outros – garantir que o futuro do setor seja sustentável, inclusivo e resiliente.
O Fórum Económico Mundial identifica alguns indicadores para levar este propósito em frente, a começar pelo imperativo climático. Os destinos e as comunidades mundiais são cada vez mais afetados pela poluição, pelos eventos climáticos. São vulneráveis a estas circunstâncias, mas através do turismo acabam por também contribuir para aumentar as emissões nocivas de gases. Urge, por isso, acelerar as ações climáticas no turismo para que a resiliência do setor e das comunidades anfitriãs aumente. Assim, e à medida que a procura por viagens cresce, é fundamental reduzir a utilização de plásticos, o desperdício de alimentos, proteger e restaurar a biodiversidade e diminuir as emissões.
Inclusive, a Declaração de Glasgow sobre Ação Climática no Turismo (que envolve mais de 850 signatários, de 90 países, na criação de soluções inovadoras), tem vindo a desenvolver planos de ação climática, guiados por cinco eixos principais – medir, descarbonizar, regenerar, colaborar e financiar. Todavia, o turismo sustentável só funciona se o seu impacto e progresso for medido nas dimensões económica, social e ambiental. Desta forma, os países, e todas as partes interessadas, devem produzir dados confiáveis e comparáveis que orientem o setor.
Abordar a diversidade, a equidade e a inclusão são outros dos temas em agenda, na medida em que turismo pode ser uma ferramenta para combater a desigualdade, quer entre países quer dentro deles. Neste enquadramento, impõe-se disponibilizar empregos dignos, garantir o respeito pelas comunidades anfitriãs e partilhar os benefícios provenientes do turismo.
Como lembra, Alessandra Priante, presidente Agência Nacional Italiana de Turismo, “o turismo deve manter a sua licença social para operar, ou seja, os residentes precisam sentir que o turismo melhora as suas vidas, e não que as perturba”. Acrescenta ainda que “o turismo não é apenas uma indústria — é uma força cultural e humana. Cria ligações, preserva identidade, gera empregos e constrói diplomacia através da beleza e das relações”, e que é preciso “passar do crescimento para o valor regenerativo, onde o turismo fortalece comunidades e protege a essência dos destinos”.
Esta visão enquadra-se no facto de que, cada vez mais, as comunidades (países, cidades, locais…) exigirem aos operadores turísticos e aos turistas em geral, respeito pela sua identidade, pelos seus direitos e bem-estar. Daí a necessidade futura de uma governança mais holística e que envolva todos os parceiros da indústria.
Na base desta estratégia está o aproveitamento do potencial do turismo, garantindo que o investimento seja direcionado para onde tem impacto significativo e positivo, e com todos os benefícios que possa trazer às economias e sociedades e acelerando a transição para uma maior sustentabilidade, defendem os especialistas do Fórum Económico Mundial.
O “boost” das start-ups
Falar de futuro e de inovação implica ainda destrinçar o papel que as start-ups podem ter na indústria turística, com as soluções tecnológicas disruptivas que criam e com as quais prometem dinamizar a atividade.
E neste ponto, o diretor executivo do NEST é peremptório ao afirmar que as start-ups têm apresentado ideias inovadoras. Sublinha que “o grande desafio está em acelerar o caminho entre a ideia e a consolidação no mercado, garantindo escalabilidade e sustentabilidade do negócio. Portugal tem vindo a reforçar os seus mecanismos de apoio, embora enfrente limitações relacionadas com a dimensão do mercado e com redes de investimento menos robustas do que em países como os Estados Unidos. Isso exige um esforço adicional para tornar o ecossistema mais competitivo”, conclui.
Relevantes para a economia nacional, as start-ups, pela sua maior agilidade, capacidade de adaptação e espírito empreendedor, respondem com inovação aos desafios operacionais que o setor turístico apresenta. O crescente incentivo ao empreendedorismo, apoiado por programas e fundos específicos para o setor, têm permitido que muitos projetos passem das ideias à prática.
Este ano, por exemplo, vão estar em destaque no BOOST mais de duas dezenas de start-ups no espaço Innovation Café concebido especialmente para promover o contacto direto entre start-ups, investidores, empresas e decisores do setor.
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“O turismo deve manter um conhecimento diferenciado em relação ao resto da economia”.
Roberto Antunes, diretor executivo do NEST – Centro de Inovação do Turismo
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“O turismo não é apenas uma indústria — é uma força cultural e humana”
Alessandra Priante, presidente da ENIT SpA, Agência Nacional Italiana de Turismo

Eduardo Moraes Sarmento, professor do ISEG | Universidade de Lisboa

Futurista do Copenhagen Institute for Futures Studies, Bugge Holm Hansen é keynote speaker do evento que reúne profissionais do setor a 16 de janeiro, em Lisboa. Saiba mais aqui.
Autor de “Non-Bullshit Innovation” e investidor em mais de 180 empresas tecnológicas, David Rowan é um dos oradores principais do evento que reúne profissionais do setor a 16 de janeiro, em Lisboa. Saiba mais aqui.
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Este artigo foi desenvolvido no âmbito da parceria com o NEST – Centro de Inovação do Turismo.








