O ano de 2021 foi excelente para as start-ups brasileiras. O investimento em start-ups dobrou e chegou à marca de R$53 biliões: 2,6 vezes mais que em 2020, que registou investimentos de R$19,40 biliões.
Empresas e Start-Ups
À entrada do terceiro ano, já não tencionava voltar a escrever acerca da pandemia. Baseado nas minhas previsões de leigo e na minha confiança na ciência, para mim seria uma questão de meses, a partir da vacinação, para que a vida voltasse ao antigo normal.
Quando falamos na utilização das redes sociais no âmbito corporativo, a sua importância é inquestionável. Todas as marcas querem estar mais perto do consumidor final, aquele que compra de forma mais rápida ou impulsiva. Querem informar, divertir, interagir com o público, criar passatempos e anunciar giveaways. Mas e se o cliente for outra empresa, que pensa e repensa e analisa a compra?
Várias empresas que operam com modelos de negócio tradicional sentem que, mais cedo ou mais tarde, vão ser ultrapassadas por um concorrente digital. Todavia, a grande ameaça não advém da individualidade de cada concorrente, mas sim do ecossistema que tenha sido criado nesse mercado.
A Startup Lisboa assinala hoje 10 anos de atividade e já soma mais de 400 start-ups incubadas e mais de 250 projetos apoiados. Em entrevista ao Link To Leaders, Miguel Fontes, diretor executivo, faz uma retrospetiva dos 1o acontecimentos mais marcantes da última década, fala de algumas das novidades em agenda e dos desafios para os próximos anos.
A realidade atrás do sucesso dos unicórnios é muitas vezes o conhecimento que a start-up tem dos seus clientes e saber melhor que ninguém as suas dores e como estas dores podem ser resolvidas (o chamado product/market fit).
Este tema tem merecido a atenção de diversos investigadores na área da educação ao longo do tempo nomeadamente ao nível da durabilidade do impacto dos professores nos alunos.
70 anos após a independência, a Índia está a voltar à sua grandeza de antes. Conquistou posição de grande destaque nas Tecnologias de Informação (TI), e nas Telecomunicações. É de certo modo, o centro de R&D mundial, onde muitas multinacionais (mais de 1750) têm o seu Global Capability Center. Produz anualmente um escol de engenheiros e técnicos da mais alta qualidade, que estão a afirmar-se no mundo avançado.
Entrevista/ “Largámos tudo e embarcámos para Los Angeles. Fomos uma das 12 start-ups aceites entre mais de mil”
Há uma nova plataforma social de investimentos com ADN português. Chama-se Cheres, foi fundada nos Estados Unidos, participou no programa da Techstars, em Los Angeles, e tem já uma lista de espera de 12 mil pessoas. Em entrevista ao Link To Leaders, o cofundador António Andrade fala do projeto, da app que será lançada em março e dos planos de expansão.
O Snr. José António é sapateiro. Daqueles que faz sapatos. Com a sua velha máquina e com um conjunto de sovelas e pequenas ferramentas que herdou do seu tio, ele consegue produzir 10 pares em 100 horas de trabalho. Vende-os por 1000 euros, sem dificuldade, a lojistas seus conhecidos.
Este mês lançámos o desafio à incubadora Social IN, de Castelo Branco, de eleger a start-up do mês. A escolhida foi a Social + que foi criada há cerca de três meses e que pretende apoiar o grupo de pessoas mais vulneráveis, nomeadamente os idosos, na obtenção de apoios sociais, bem como no acompanhamento a consultas ou nas idas às compras.
Nada de especial este meu escrito. Transmite de forma simples uma apresentação que tenho feito sobre liderança. Porque os tempos requerem líderes. E sobretudo verdadeiros líderes de pessoas.












