“Com a intervenção do coaching executivo nas empresas, temos observado um maior desenvolvimento das pessoas e, em particular, das que exercem funções de liderança”, afirma Brígida Batista, coordenadora científica da Pós-Graduação em Coaching Executivo e Liderança de Alta Performance do ISG. Em entrevista ao Link To Leaders a também psicóloga fala da importância do coaching executivo, da formação em psicologia e da humanização da liderança nos dias de hoje.
Empresas e Start-Ups
A evolução da economia portuguesa para 2023, ainda que tendo consciência de que a incerteza não deixa de se reforçar e condicionar qualquer projeção para horizontes temporais mais longos, parece apontar para uma forte e generalizada desaceleração da atividade económica, variando o grau em que é considerada pelas diferentes projeções.
Este mês lançámos o desafio à Startup Lisboa de eleger a start-up do mês. A escolhida foi a KIT-AR que foi recentemente selecionada para participar no Aerospace Xelerated, um programa de aceleração liderado pela Boeing, e que tem a sua solução de realidade aumentada a ser implementada na Autoeuropa através do projeto DEO.
"A confiança é o valor chave para uma liderança bem sucedida", defende Filipe Veiga, fundador e CEO da WalliD, na resposta ao desafio "5 Questões" do Link To Leaders. Para o jovem empreendedor é importante que os projetos em fase inicial tenham uma equipa forte e resistente de fundadores.
O 'Negócios' publicou a 2 de janeiro, desta vez em Edição Especial, a prospetiva de 163 líderes portugueses para o ano de 2023. Como já vem sendo habitual, analisei as contribuições dos referidos líderes com a mesma metodologia e recurso a Artificial Intelligence (AI) que usei em 2020, 2021 e 2022.
"Os europeus precisam de começar a pensar que não terão acesso a uma pensão - pelo menos como está definida hoje - e a nossa missão é fazer dos investimentos e planos de poupança uma extensão para resolver esta questão". Esta é uma das metas a que se propõe a Trade Republic, fintech que chegou a Portugal em outubro de 2022. Em entrevista ao Link To Leaders, Kintxo Cortés, Country Manager em Portugal, falou dos seus planos para o mercado nacional, uma das maiores apostas da fintech na Europa.
Portugal foi recentemente considerado por várias publicações internacionais como o melhor país do mundo para se viver, baseado na opinião de cidadãos estrangeiros. E os portugueses, concordarão que o seu país-natal é o melhor do mundo para se viver?
Hoje trago-vos o tema da linguagem inclusiva que ainda está muito pouco discutido nos “corredores RH” em Portugal, um silêncio que incomoda muitos quando se tenta abordar mais em detalhe e corrigir os “clichés” racistas ou machistas na nossa língua.
Não resta entre nós grande memória do que foi, há apenas uma década, uma das poucas multinacionais portuguesas, a CIMPOR. A CIMPOR nasceu da nacionalização, em 1974, das empresas cimenteiras nacionais. Foi reprivatizada em 1994. O Estado embolsou 1.8 mil milhões de euros na operação. Até 2012, quando foi vendida, a gestão da CIMPOR, chefiada primeiramente por Sousa Gomes, fez dela um florão da nossa indústria.
Cada vez mais deparamo-nos com a banalização da palavra coaching, e, com base na minha experiência na área de coaching psicológico para executivos, acredito que se fosse efetuado um verdadeiro trabalho de coaching cada vez que ouvimos que: é preciso fazer coaching, temos de lhe dar coaching, também sou formado em coaching, etc…, as organizações e as pessoas que as constituem estavam mais robustas, mais felizes, mais seguras e mais eficazes.
Tem 30 anos, é engenheiro civil de formação, mas é na sustentabilidade que dá cartas na Nestlé. Hugo Silva é responsável pelo Bio Building, uma iniciativa que se materializou na instalação, na sede da Nestlé Portugal, de um biorreator de microalgas para a melhoria da qualidade do ar interior e que se prepara para ser replicada noutros edifícios da multinacional. O Link To Leaders falou com o jovem que trata a sustentabilidade por “tu” e que esta semana deu início à plantação de mais 2 mil árvores, uma por cada colaborador.
E eis que chegamos a 2023. Depois da azáfama do Natal, aterramos diretamente na passagem de ano. Para uns é momento de festa, para outros significa viajar e outros há que tentam passar por esta data discretamente. As famosas 12 passas dão lugar a reflexões sobre os objetivos que se querem atingir em 2023, depois de um balanço, convenientemente bem feito, de tudo aquilo que se conseguiu em 2022.












