Durante anos ouvimos que Portugal estava a convergir com a Europa. O PIB crescia, o desemprego diminuía, as exportações batiam recordes e a economia parecia caminhar na direcção certa. Nada disto era falso. Mas talvez não fosse toda a verdade.
Empresas e Start-Ups
Há um clamor ruidoso que hoje atravessa as elites intelectuais e as redes sociais africanas: a rutura com o Ocidente e, em especial, com a presença histórica da França. É o grito de guerra dos novos panafricanistas. No entanto, para quem analisa a geopolítica através da lente fria da estratégia de negócios, este clamor revela uma fragilidade estratégica alarmante.
Entrevista/ “O meu percurso ensinou-me que a tecnologia só é transformadora quando ligada ao negócio e às pessoas”
"A minha liderança enquanto CEO será profundamente baseada na empatia com as operações e as pessoas, mas focada numa ambição global e na capacidade de transformar visão técnica em valor real de negócio", afirma Vítor Gibão, o novo CEO da valantic LCS.
Todos os dias surgem novas previsões sobre o impacto da Inteligência Artificial no mercado de trabalho. Uns dizem que milhões de empregos desaparecerão. Outros acreditam que estamos perante a maior revolução tecnológica desde a Internet. Mas, na minha opinião, estamos a fazer a pergunta errada.
Vender serviços consistia em dominar a informação, conhecer o mercado e construir uma relação de confiança. Um agente de seguros, um gestor bancário, um consultor imobiliário ou qualquer profissional da área comercial nos serviços distinguiu-se até hoje, pela sua capacidade de aconselhar, apresentar alternativas e conduzir o cliente até à decisão. Mas esta realidade está a mudar rapidamente.
Entre os momentos em família com as quatro filhas e os dias sem planos nem decisões, André Rodrigues, Head of Technology da Amazon Web Services para o Sul da Europa e líder da empresa em Portugal, partilha como procura desligar, recuperar energia e acompanhar o impacto crescente da Inteligência Artificial nas empresas e nas novas gerações.
Durante décadas acreditámos que a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres era um caminho praticamente consolidado. As mulheres conquistaram espaço nas universidades, entraram em setores tradicionalmente masculinos, assumiram cargos de liderança e demonstraram, todos os dias, que competência, mérito e capacidade de decisão não têm género. Mas estaremos, afinal, a assistir ao encerramento das portas que julgávamos definitivamente abertas, estamos a entrar na linha do “Lean out”1?
A decisão do Banco de Portugal (BdP) de reduzir a taxa de esforço máxima de 50% para 45% no crédito habitação é clara e prudente. Na prática, serve para prevenir o sobre-endividamento e blindar a estabilidade financeira do país.
Para completar os 980 cromos da caderneta do Mundial sem fazer uma única troca, seria necessário comprar, em média, cerca de 7.296. O excedente não é uma falha do sistema – é o preço de tentar fazê-lo sozinho. E talvez tenha mais a ensinar sobre pessoas, equipas e organizações do que imaginamos.
António Henriques, CEO do Bison Bank, reconhece que, apesar de conhecer muitos países, Portugal ganha sempre como destino de férias. Considera importante desligar por alguns dias, até porque, assegura, "muitas das melhores ideias surgem precisamente quando deixamos de procurar soluções de forma intensiva". Na segunda metade do ano, revela, vai estar atento à convergência entre inteligência artificial, ativos digitais e serviços financeiros.
A Inteligência Artificial deixou de ser uma promessa para passar a integrar o quotidiano de muitas organizações. Importa agora compreender de que forma esta transformação do trabalho está e continuará a ser vivida pelas pessoas.
Na vida e na gestão, o tempo é o recurso mais escasso. O dinheiro pode ser recuperado, o conhecimento adquirido e os negócios reconstruídos. O tempo, esse, apenas pode ser bem utilizado. Passamos anos a gerir dinheiro, carreiras e património. Creio que poucos dedicam o mesmo cuidado à gestão do único ativo que nunca poderá ser substituído: o tempo.












