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Empresas e Start-Ups

Foto © Tiago Caramujo

Para cada problema, uma oportunidade

Com as tensões no Golfo e as dificuldades de obtenção de matéria-prima para a elaboração de fertilizantes químicos, houve quem tivesse dado importância à passagem de produtos químicos para as alternativas orgânicas e naturais, tentando restaurar o papel central de natureza.
Foto: Miguel Poisson, CEO da Portugal Sotheby’s International Realty

Fora do Escritório: as escolhas do CEO da Portugal Sotheby’s International Realty para este verão

Entre os dias sem pressa no Alentejo, o peixe fresco grelhado ao final da tarde, o desporto e o tempo passado com a família e os amigos, Miguel Poisson, CEO da Portugal Sotheby’s International Realty, encontra na simplicidade a melhor forma de desligar. Fora do escritório, fala dos desafios de liderar num tempo de rápida transformação tecnológica e de uma preocupação que gostaria de ver resolvida na segunda metade do ano: o fim das guerras.
Foto: Romain Clément, CEO da ArcaScience

O manual pós-hype: o que está realmente “em alta” na nova era da TechBio

O panorama do capital de risco na HealthTech passou por uma necessária “limpeza” ao longo dos últimos 24 meses. A era do “FOMO generalista” — em que qualquer start-up com o sufixo “.ai” e uma promessa vaga na área da saúde conseguia captar investimento a avaliações elevadas — foi substituída por um período de profundo escrutínio clínico e técnico. No entanto, estamos a falar de um ciclo, e vários ciclos podem estar a sobrepor-se.
Foto: Ricardo Ferreira

Entrevista/ “As empresas já não se podem dar ao luxo de improvisar os seus investimentos tecnológicos”

"As organizações procuram formas de modernizar infraestruturas, proteger dados e tirar partido de tecnologias emergentes como a inteligência artificial. O desafio já não é perceber se estas tecnologias são relevantes. É perceber como as implementar de forma segura e com retorno para o negócio", alerta Ricardo Ferreira, Country Manager da Esprinet Portugal e da V-Valley Portugal.
Foto: FNAC DARTY Iberia

Fora do Escritório: as escolhas do diretor-geral da Fnac Darty Iberia para este Verão

Entre o campo, os dias de praia em Tróia e o tempo passado com a família e os amigos, Nuno Luz procura nas férias o equilíbrio necessário para regressar com energia. Fora do escritório, fala da importância de saber desligar e dos desafios de liderar num contexto de mudança constante, em que a capacidade de adaptação e o impacto da Inteligência Artificial continuam a marcar a agenda das empresas.
Foto: Marta Bastos dos Santos

O que sustenta o futuro quando ninguém está a olhar?

Quando pensamos em infraestruturas, o nosso pensamento remete para estradas, pontes, redes elétricas, sistemas de abastecimento de água ou telecomunicações. Estruturas tão integradas no nosso quotidiano que raramente lhes prestamos atenção.
Foto: Luís Barreto Xavier

Entrevista/ “A evolução tecnológica está a ser mais rápida do que a capacidade dos humanos de a conterem dentro de limites aceitáveis”

"A adaptação do ecossistema empresarial português a esta nova realidade tecnológica e à correspondente conformidade regulatória é um processo difícil, que só pode ter sucesso através de um esforço dirigido transversalmente à literacia em IA e a uma cultura de inovação responsável", afirma Luís Barreto Xavier, professor de Direito na Universidade Católica Portuguesa.
Foto: Benedita Miranda, Chief Operating Officer para a região EMEA da Foundever

Fora do Escritório: as escolhas da COO para a região EMEA da Foundever para este Verão

Entre o regresso às raízes no Porto, os dias de descanso no Algarve e os momentos partilhados com os três filhos, Benedita Miranda, Chief Operating Officer para a região EMEA da Foundever e Executive Director da Foundever.org, partilha como procura estar presente fora do escritório. Numa conversa sobre liderança, confiança e transformação, defende que saber parar, delegar e criar autonomia nas equipas é também uma forma de liderar melhor.
Foto: João Sevilhano

O lazer esquecido

Em 2023 — há uns meros três anos —, quarenta e uma empresas portuguesas experimentaram a semana de quatro dias. Seis meses, uma redução média de 13% das horas de trabalho, sem cortes salariais. No fim, 95% avaliaram a experiência positivamente e mais de 80% decidiram manter o modelo.[1]