Há momentos em que a liderança se revela menos nas decisões que correm bem e mais na forma como se reage quando alguma coisa corre mal. A recente polémica em torno da digitalização e correção dos exames nacionais é um desses momentos.
Empresas e Start-Ups
Com as tensões no Golfo e as dificuldades de obtenção de matéria-prima para a elaboração de fertilizantes químicos, houve quem tivesse dado importância à passagem de produtos químicos para as alternativas orgânicas e naturais, tentando restaurar o papel central de natureza.
Entre os dias sem pressa no Alentejo, o peixe fresco grelhado ao final da tarde, o desporto e o tempo passado com a família e os amigos, Miguel Poisson, CEO da Portugal Sotheby’s International Realty, encontra na simplicidade a melhor forma de desligar. Fora do escritório, fala dos desafios de liderar num tempo de rápida transformação tecnológica e de uma preocupação que gostaria de ver resolvida na segunda metade do ano: o fim das guerras.
O panorama do capital de risco na HealthTech passou por uma necessária “limpeza” ao longo dos últimos 24 meses. A era do “FOMO generalista” — em que qualquer start-up com o sufixo “.ai” e uma promessa vaga na área da saúde conseguia captar investimento a avaliações elevadas — foi substituída por um período de profundo escrutínio clínico e técnico. No entanto, estamos a falar de um ciclo, e vários ciclos podem estar a sobrepor-se.
Entrevista/ “As empresas já não se podem dar ao luxo de improvisar os seus investimentos tecnológicos”
"As organizações procuram formas de modernizar infraestruturas, proteger dados e tirar partido de tecnologias emergentes como a inteligência artificial. O desafio já não é perceber se estas tecnologias são relevantes. É perceber como as implementar de forma segura e com retorno para o negócio", alerta Ricardo Ferreira, Country Manager da Esprinet Portugal e da V-Valley Portugal.
Entre o campo, os dias de praia em Tróia e o tempo passado com a família e os amigos, Nuno Luz procura nas férias o equilíbrio necessário para regressar com energia. Fora do escritório, fala da importância de saber desligar e dos desafios de liderar num contexto de mudança constante, em que a capacidade de adaptação e o impacto da Inteligência Artificial continuam a marcar a agenda das empresas.
Quando pensamos em infraestruturas, o nosso pensamento remete para estradas, pontes, redes elétricas, sistemas de abastecimento de água ou telecomunicações. Estruturas tão integradas no nosso quotidiano que raramente lhes prestamos atenção.
"A adaptação do ecossistema empresarial português a esta nova realidade tecnológica e à correspondente conformidade regulatória é um processo difícil, que só pode ter sucesso através de um esforço dirigido transversalmente à literacia em IA e a uma cultura de inovação responsável", afirma Luís Barreto Xavier, professor de Direito na Universidade Católica Portuguesa.
Durante anos, muitas empresas trataram a experiência do cliente como um problema de interface. Mudaram botões, redesenharam apps, refinaram sites e celebraram cada novo layout como se isso bastasse para criar proximidade.
Os autorádios já foram equipamentos caros e muito cobiçados. Entre estudantes, recém-formados e outros grupos sociais, possuir um autoradio chegou a ser um símbolo de estatuto social.
Entre o regresso às raízes no Porto, os dias de descanso no Algarve e os momentos partilhados com os três filhos, Benedita Miranda, Chief Operating Officer para a região EMEA da Foundever e Executive Director da Foundever.org, partilha como procura estar presente fora do escritório. Numa conversa sobre liderança, confiança e transformação, defende que saber parar, delegar e criar autonomia nas equipas é também uma forma de liderar melhor.
Em 2023 — há uns meros três anos —, quarenta e uma empresas portuguesas experimentaram a semana de quatro dias. Seis meses, uma redução média de 13% das horas de trabalho, sem cortes salariais. No fim, 95% avaliaram a experiência positivamente e mais de 80% decidiram manter o modelo.[1]












