Estão abertas as candidaturas à 5ª edição do Portugal Digital Awards, uma iniciativa da IDC e da Axians, que premeia os projetos mais competitivos, globais e digitais.
Aquilo que nos separava, foi de facto o que nos uniu. O mundo digital. Se ainda havia empresas com resistência ao digital, agora, mais do que nunca, tiveram de adotar este canal nas suas organizações. Porquê? Porque é o único canal que une pessoas e empresas.
É inquestionável, estamos mais vulneráveis! Mas gosto de pensar como Brené Brown: “vulnerabilidade não significa fraqueza da nossa parte, mas sim coragem, e sermos mais humanos”. Sermos mais humanos é constatar que “não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”.
Em conversas mais privadas, com alguns gestores empresariais, oiço bastantes vezes o desabafo de “a minha empresa nasceu ainda antes da Internet, por isso será difícil, se não impossível, fazer qualquer Transformação Digital!”.
Estamos em 2020, início de um novo ano e de uma nova década, por isso, nada melhor, para refletir sobre a nossa vida e fazer um balanço pessoal. Refletir sobre uma mudança e como ela nos pode transformar e trazer renascimento ao nosso dia a dia, é altamente profícuo para o nosso equilíbrio e bem-estar pessoal e familiar.
Este ano os empreendedores devem estar de olhos postos em algumas tendências que se adivinham impactantes na forma de gerir os negócios. Saiba quais.
O responsável pelo grupo IDC no mercado nacional revela que a transformação digital está na ordem do dia para 73% dos decisores nacionais. Em entrevista ao Link To Leaders, Gabriel Coimbra afirma ainda que a cultura empresarial continua a ser o maior entrave dessa transformação.
Não é a primeira vez que escrevo sobre este tema, mas no rescaldo da Web Summit e da House of Beautiful business, que ocorreram em Lisboa, sinto vontade de voltar a ele.
Um estudo da Avanade desenvolvido junto de mais de 1.300 responsáveis de empresas em todo o mundo demonstra as vantagens financeiras de olhar para além das otimizações tecnológicas e de proporcionar uma melhor experiência no local de trabalho.
Dois anos, 140 entrevistas. Estes são os números do “Onde, Quando e Como Eu Quiser”, um projeto audiovisual criado por João Pico e que pode ser visto em diferentes plataformas digitais. Em entrevista ao Link To Leaders, o fundador do OQCQ explicou que a causa maior desta iniciativa é ajudar a combater iliteracia digital.
A vida, nas suas várias dimensões, vai correndo seguindo as opções que fazemos. Todas, da maior à mais insignificante. Por vezes, é a última mais determinante do que a primeira! E não é sempre fácil e, por vezes, quando parecia fácil acabamos por concluir que, afinal, foi bem difícil.
Ouve-se falar numa crise anunciada, depois das eleições legislativas a 6 de outubro de 2019, quer seja na rádio, nos jornais, na televisão, na internet, em conversas de café, entre outros locais. Não vou fazer futurologia, não tenho esse poder, no entanto existem dados macro económicos assustadores…

















