Cerca de 9 em cada 10 profissionais (89,3%) defendem a necessidade de novos perfis de liderança, face aos desafios estratégicos atuais, conclui novo estudo da QSP.
A evolução do perfil dos profissionais de Recursos Humanos nos últimos 40 anos reflete as transformações económicas, tecnológicas e sociais ocorridas nesse período. Deixou de ser uma área meramente administrativa para se tornar finalmente um ator estratégico nas organizações. Bem sei que não o será em muitas organizações, mas não tenho dúvidas que nunca vivemos num contexto em que a relevância da área fosse tão reconhecida.
Nas redes sociais, no meio de um emaranhado de frases motivacionais que já não motivam ninguém, de pacotes de banalidades embalados em posts de LinkedIn com 1000 likes e 10,000 views reina uma máxima que se repete ad nauseam como frase oca e vazia: “As pessoas não saem das empresas, saem dos líderes.” Ponto final. Sem rodapé, sem nuances, sem contraditórios.
Em 2017 a Nike surpreendeu a todos com uma campanha a que chamaram “Time is Precious”. O objetivo era chamar a atenção para o tempo que perdemos agarrados aos nossos ecrãs, tempo que podia ser usado para correr.
O conceito de felicidade é, como sabemos, difuso e impreciso. A sua definição varia em função das culturas e dos povos, havendo um ponto de vista ocidental e outro oriental. Não há, portanto, uma visão universal e rígida da felicidade. Mas sabemos que está associada a um sentimento de bem-estar, contentamento, equilíbrio e harmonia.
Superação. Uma palavra que carrega em si uma força extraordinária, mas também uma profundidade que muitas vezes escapa à superfície. O que significa, afinal, superar?
Segundo o Dicionário de Cambridge, Legacy significa “something part of our history”. A nossa história é moldada por escolhas, mas também por pessoas. São elas que transformam ideias em resultados e desafios em oportunidades.
"As empresas que prosperam são aquelas que equilibram tecnologia com um forte foco no lado humano - é aqui que as power skills se destacam, tanto a nível global como em Portugal", defende Filipa Lemos Cristina, fundadora da PowerUP.
O compromisso e o bem-estar dos trabalhadores são indicadores críticos de saúde e produtividade organizacional. Há cerca de um ano escrevemos sobre isto (1). Sentimos que é muito relevante dar continuidade.
Não posso estar, portanto, mais em desacordo com esta ideia de “a melhor coisa do mundo” é ficar em casa quando a melhor coisa do mundo são as pessoas. E, como em tudo na vida, há um equilíbrio e esse equilíbrio chama-se tão simplesmente trabalho híbrido.
Gerir pessoas é o maior desafio para as empresas cada vez mais dependentes da tecnologia, diz estudo
A dificuldade de incutir uma cultura organizacional e o engagement dos colaboradores, assim como a dificuldade de atrair e reter profissionais qualificados nos seus quadros são os grandes desafios apontados pelas organizações, conclui estudo da QSP – Marketing Management & Research.
O talento continua a ser o desafio dominante, citado por 35% das empresas portuguesas, seguido pela necessidade de melhorar o engagement e a liderança dentro das organizações, concluiu um estudo elaborado pela Cegoc e pela Neves de Almeida HR Consulting sobre gestão de pessoas.















