A flexibilidade do modelo de trabalho (híbrido, remoto ou presencial) ultrapassa a preferência pelo salário na atração de talento, alertam quase 92% dos líderes de RH, e consolida-se como o principal fator na procura de emprego em 2025.
Este podia ser um texto como tantos outros que, hoje em particular, surgem a propósito da greve. Hoje, dia 11 de dezembro de 2025, é dia de greve geral. No entanto, sou daquelas que escreve com o coração, porque só assim faz sentido para mim, por isso se sentirem que este texto não é tanto sobre a greve geral de hoje, pode ser que seja mesmo isso!
Tendo visto muitas pessoas descobrirem soluções para seus problemas, notei uma tendência comum: quando põem em prática uma ideia que facilita as suas vidas, elas partilham-na com entusiasmo, divulgando-a e ensinando outras pessoas que também enfrentam dificuldades parecidas.
Há poucos dias, numa conversa com um responsável por uma grande cadeia de retalho de moda, este partilhava uma dor que me ficou gravada: "Há uma tendência entre os gerentes de loja para dizerem que as pessoas agora não prestam, não servem, e por isso têm de ser eles a fazer tudo".
O novo estudo da Michael Page sobre as tendências de emprego para 2026 revela que a procura por talento qualificado continua a superar a oferta, num mercado marcado pela transformação digital, pela inteligência artificial e pela valorização do bem-estar e da flexibilidade.
Num contexto em que as empresas enfrentam escassez de talento e um ritmo de mudança acelerado, a avaliação e o desenvolvimento das pessoas tornam-se fatores críticos de sucesso. Helena Ravara, Head of Assessment & Advisory da Neves de Almeida – Search & Talent Advisory, explica como o Assessment pode ser uma poderosa ferramenta de decisão estratégica e apresenta as soluções que ajudam as organizações a “conhecer melhor para decidir melhor”.
A Header organiza no dia 9 de outubro, na Nova SBE, a conferência “Contra-Tendências”, um encontro para líderes e profissionais de RH que desafia práticas estabelecidas e propõe novas formas de liderar e gerir pessoas.
Há uns anos, falar de automação era sinónimo de scripts, fluxos e regras rígidas para tarefas repetitivas. O objetivo era garantir previsibilidade e eficiência, mantendo sempre as decisões mais importantes nas mãos das pessoas.
Para Hugo Lourenço, organizador do Management Summit 2025, os modelos de gestão tradicionais bloqueiam a inovação e o talento. No evento, que decorre a 23 e 24 de setembro, líderes e equipas vão aprender a colocar as pessoas no centro das decisões, a simplificar processos e a adotar ferramentas práticas para transformar mentalidades e gerar valor real nas organizações.
Uma das principais competências de uma pessoa virtuosa, é a sua capacidade de reconhecer, a cada momento, que certos comportamento e atitudes próprias, e mesmo estratégias de vida, não estão a ser…virtuosas.
No dia 9 de outubro de 2025, a Header organiza, na Nova SBE, em Carcavelos, a conferência “Contra-Tendências”, um encontro dirigido a líderes e profissionais de recursos humanos que promete desconstruir o óbvio, questionar práticas estabelecidas e repensar a forma como lideramos e gerimos pessoas.
Num artigo recente publicado na HBR (1), Amy Gallo reporta os resultados de um estudo sobre os conflitos no trabalho, onde se assinala que “94% dos respondentes afirmam ter trabalhado com uma pessoa “tóxica” nos últimos 5 anos.
















