Há vários séculos Leonardo da Vinci desenhava o seu famoso Homem Vitruviano, figura incontornável que se tornaria uma referência no movimento Renascentista que se propaga por toda a Europa pós-medieval, centrando o Homem no centro do mundo, enquanto seu catalisador e principal impulsionador do seu desenvolvimento, afastando-se de forma bastante marcada a forte tendência religiosa que tinha sido apanágio dos séculos anteriores, especialmente no velho continente.
Não é a primeira vez que escrevo sobre este tema, mas no rescaldo da Web Summit e da House of Beautiful business, que ocorreram em Lisboa, sinto vontade de voltar a ele.
Não sabemos os passos seguintes do futuro empresarial e não sabemos no que vai dar a transformação digital. É inimaginável. No futuro vai ser mais rápida, isso é uma realidade!
Diz-se que decisões de gestão devem ser tomadas mais com a razão do que com a emoção – algumas, todavia, carecem de uma boa dose de inspiração ou intuição, mesmo que suportadas por fatos ou informações concretas.
Uma das coisas que aprendi quando passei a participar na gestão das universidades em que trabalhei é que há organizações em que há pessoas que são consideradas pessoas de segunda.
Escrevo hoje sobre uma temática que está cada vez mais na ordem do dia-o coaching.
O tema é controverso, bem sei. E, a título de declaração de intenções, saliento que não me anima qualquer espécie de preconceito (pelo menos consciente) nem em relação à política, nem em relação aos políticos.
Hoje em dia, as empresas de recrutamento têm que gerir as operações com os mais modernos produtos de software e, igualmente, construírem fortes bases de candidatos dotadas de marketing automatizado e integrado na plataforma de recrutamento.
Recentemente, tive a oportunidade de presenciar (apenas como observador, não como participante) uma certa reunião de trabalho que “descarrilou” de forma imprevista. Nesta reunião, participavam cerca de uma dezena de pessoas, todos pares entre si, mas com senioridades diversas, com idades entre os 25 e os 40 anos. A pessoa mais sénior, chefia intermédia, dirigia os trabalhos da reunião.
A minha geração cresceu a pensar que podia ser, ter e chegar onde quisesse. Para sermos os líderes do futuro, tínhamos (apenas) de ser os melhores, de nos esforçar, estudar, aplicar. Com um bocadinho de talento à mistura, podíamos todos ser o Cristiano Ronaldo da nossa área. Até que, de repente, o mundo mudou: terrorismo à escala global; crise financeira e grandes empresas a falir; aquecimento global e o prenúncio do fim do mundo.
“Gerir pessoas é um assunto sério, algo que, não sendo inato, se aprende e desenvolve muito além dos livros ou dos bancos da escola, que exige uma boa dose de sensatez e um elevado sentido de responsabilidade.”
A primeira vez que ouvi falar desta tríade foi a Amy Edmondson. Pareceu-me, logo desde o início, uma forma original de olhar para a correlação de três conceitos que podem fazer a diferença na vida das pessoas e das empresas: Happiness (felicidade), Health (bem-estar), Honesty (prefiro traduzir por autenticidade).
















