Implementar uma política de flexibilidade no trabalho pode ser a solução para criar equipas mais comprometidas com o projeto. E o negócio só tem a ganhar.
Já entramos finalmente em agosto, mês de férias. Os balanços do primeiro semestre já devem estar feitos e calculado o grau de cumprimento dos programas de atividades para este ano. Tirando agosto, já falta pouco para o final do ano.
Até ao meu segundo ano do doutoramento custava-me muito perceber porque é que as pessoas sacrificavam tanto pelo trabalho, especialmente quando não escreviam romances ou tentavam curar doenças – as duas únicas profissões em que se está mesmo a ajudar os outros.
Entrar numa sala cheia de pessoas e ser o centro das atenções pode ser um desafio. Felizmente existem técnicas que o podem ajudar a passar uma imagem positiva no primeiro contacto.
São inúmeras as histórias de trabalhadores inquietos com os eventuais efeitos que a Inteligência Artificial (IA) poderá ter nos seus empregos e nas suas carreiras. Até que ponto nos devemos realmente preocupar?
As listas de candidatos que uma empresa apresenta aos seus clientes devem refletir o mundo real e a sua diversidade. Podemos trabalhar para este objetivo centrando-nos na personalidade e comportamentos com potencial futuro dos profissionais, além das competências técnicas requeridas para a função. Deste modo, cria-se maior flexibilidade de mercado, aumenta-se a mobilidade dos candidatos e contribui-se para tornar os locais de trabalho mais representativos.
A responsável pelos recursos humanos e logística da Cofidis analisa o impacto que a comunicação tem na vida da empresa e quais os atributos que fizeram com que esta voltasse a ser distinguida como uma das melhores empresas para trabalhar em Portugal.
Resiliência é a nossa capacidade de sobreviver e renascer através dos traumas, do stress, das mudanças e desafios que a vida nos traz. Nem sempre é fácil conseguir isso, mas com algumas dicas pode, pelo menos, tentar.
Pequim em 1983 era muito diferente do que é hoje. As grandes avenidas eram populadas por milhares e milhares de bicicletas e cidadãos, todos eles fardados. Haviam essencialmente duas fardas, as verdes para as forças de segurança e estado e as azuis, usadas por trabalhadores nos diferentes métiers.
“Porque vale a pena quebrar as regras no trabalho e na vida”. A afirmação é de Francesca Gino a autora de "Talento Rebelde" que chegou às bancas este mês.
Será que ainda sou do tempo em que o maior ativo das empresas são as pessoas?
Está mais que provado que a capacidade de liderar nos dias de hoje passa por delegar com responsabilidade, delegando tarefas ou projetos a bons profissionais que saibam tomar decisões baseadas num determinado contexto.

















