A afirmação não é minha, mas de Dale Carnegie na sua obra “Como fazer amigos e influenciar pessoas”. Este será o tópico para o artigo de hoje. Porquê? Muitos benefícios podemos retirar desta prática no nosso dia a dia pessoal e profissional.
Mesmo que muitas pessoas acreditem que a riqueza não vem necessariamente do dinheiro, a grande maioria ainda sonha em ser rica. Se o sucesso financeiro é o seu objetivo, conheça as características que o podem ajudar.
Privacidade de dados e exaustão estão entre os riscos relacionados com os colaboradores, diz estudo.
Cibersegurança, talento, privacidade dos dados e exaustão estão entre os principais riscos que as empresas associam aos seus colaboradores. A conclusão é de um estudo recente da Mercer Marsh Benefits.
O que lhe acontece quando alguém lhe diz que tem de “pensar fora da caixa”? E quando lhe dizem, na mesma sequência, que precisa de “sair da sua zona de conforto”? Se é como eu, quando oiço uma dessas duas expressões, que fico com uma espécie de urticária metafísica, o mínimo será algo próximo de revirar os olhos. Creio existirem boas razões para uma reação adversa.
Fala-se muitas vezes “entre corredores” corporativos e até em tertúlias de final de dia, num café entre colegas e amigos: “é a pessoa certa no lugar certo”! ou, infelizmente é “a pessoa errada no lugar errado”!
A consultora de desenvolvimento humano fez um rebranding e apresentou novas soluções e conteúdos focados no exercício da função de liderança.
De uma forma muito enraizada, sempre estivemos perante um panorama estereotipado em que as posições de liderança estavam entregues, maioritariamente, a homens. Contudo, tal como em todas as áreas da sociedade, também a COVID-19 teve o seu impacto na forma como os líderes se relacionam com os seus colaboradores e o que estes esperam do tipo de liderança exercida.
A “sustentabilidade” é um tema que tem vindo a assumir um papel da maior relevância num mundo que começa a ter uma consciência mais aguda de que os recursos (todos eles) são por natureza limitados e que se torna cada vez mais imperativo promover, a todos os níveis, políticas, estratégias e práticas que garantam percursos consistentes nos diferentes domínios do chamado “desenvolvimento sustentável”.
Há uns meses falava com um americano sobre o panorama político mundial e este afirmava que o problema do mundo atual é a falta de liderança e líderes fortes.
Como enfrentar a vida quando tudo nos afeta é o subtítulo do novo livro da psicóloga Elaine N. Aron, uma edição da Leya/Lua de Papel que chega esta semana às livrarias nacionais.
Há uma frase de José Saramago que diz que “é preciso sair da ilha para ver a ilha. Não nos vemos se não sairmos de nós.”
As organizações lideradas numa perspetiva de “comando e controlo” pertencem ao passado, mesmo que consigam ainda sobreviver nos nossos dias. E na realidade não há um padrão para estas organizações: algumas continuam a ser lideradas pelo empreendedor original (que gere a organização focada no valor que esta aporta em cada ano no aumento da sua “riqueza pessoal”, e não no longo prazo da organização), e outras são empresas “instituídas”, que há muito quebraram o cordão umbilical com o seu fundador, e que são muito focadas no controlo de risco e na otimização crescente de custos.

















