Falar de alegria, perante a guerra que se vive atualmente na Europa, pode parecer ofensivo. Afirmar que a alegria é uma escolha, poderá mesmo parecer um despropósito da minha parte. Onde está a alegria dos pais e mães dos soldados mortos em combate? Onde está a alegria dos refugiados ucranianos? Que escolha tiveram uns e outros?
Nos últimos anos, equipas de recursos humanos à escala global relatam desafios como nunca antes, não apenas no âmbito dos processos de captação de talento, mas também da sua posterior retenção.
Há uns dias ouvi, por acaso, o princípio de uma conversa entre uma pessoa de tecnologia e um fornecedor. E começava assim: “A equipa de liderança quer que as reuniões sejam mais colaborativas, interativas e pediu-me um novo sistema…!”
As muitas análises e discussões que ainda mantemos sobre a adversativa ou máquinas ou pessoas relativamente às tendências de evolução do trabalho, resvalam por vezes ou para discursos extremados e intensamente apologéticos ou então para vaticínios tremendistas que veem os avanços das tecnologias como insidiosas mancomunações contra o futuro do trabalho humano.
O que pensa e sente quando alguém lhe diz que outra pessoa é “dura”? Julgo existir uma elevada probabilidade de ter respondido algo dentro das seguintes linhas: é uma pessoa que não se verga, que não desiste com facilidade; que tem opiniões fortes e que dificilmente as altera; que pode ser pouco delicada ou mesmo indelicada no trato; que é direta, frontal; que não revela facilmente as suas emoções; que é valente.
Talvez não seja por acaso que um líder de alto desempenho tenha hábitos tão bem definidos. Porque o seu rendimento é mais do que a forma como gere uma equipa ou uma empresa. É também a forma como se gere a si mesmo, cria bons hábitos e retira o melhor de si para colocar em prol do outro.
Vivemos um tempo de diversidade, de celebração da diferença e de procura de sinergias. Esta valorização da diversidade tem vindo a ser cada vez mais assumida pelas organizações, como atesta uma famosa frase de um CEO que afirma enfaticamente: “se houver nesta empresa alguém que pense como eu então um de nós está a mais”.
Nem só de dinheiro é feita a vida das pessoas bem sucedidas. Há rotinas e práticas diárias, que não custam nada, e que não dispensam. E que todos podemos aplicar no nosso dia a dia.
De acordo com alguma literatura que tem vindo a ser publicada recentemente (ver por exemplo Harvard Business Revue France de Set/Out 2021 e HBR de Set/Out 2021) a questão do “viés inconsciente” (unconscious bias) é um tema que tem vindo a expandir-se nos domínios da gestão das organizações, pela reconhecida importância que tal assunto tem (ou pode ter) em variadíssimas situações de âmbito profissional, com particular destaque para os processos de liderança e de tomada de decisão.
O tema tem um nome pouco conhecido: cobertura ou encobrimento. No inglês “covering”. De que se trata, afinal? Simples e todos já o fizemos, provavelmente. Quer de um lado, quer de outro.
Escrevo-vos hoje sobre emoções. Emoções na vida. Emoções na carreira, no trabalho em equipa, com os colegas e amigos, em todos os contextos de vida.
Num mundo em mudança cada vez mais rápida e de competitividade crescente, é um objetivo de qualquer equipa de gestão conseguir transformar a sua empresa ou organização pública a um ritmo elevado.















