Serão as mulheres empreendedoras o futuro do ecossistema de start-ups este ano? A questão domina a atualidade e a CNBS avança algumas pistas.
Nos quase 500 mil cargos de gestão das empresas portuguesas, só 29,8% são ocupados por mulheres, segundo um estudo da Informa D&B. Nas empresas públicas, nas empresas cotadas e nas grandes empresas privadas, a liderança feminina é já mais significativa e está em crescimento.
Com o investimento angariado, a empresa quer estimular o empreendedorismo e melhorar o acesso das mulheres aos transportes em África e Europa Oriental.
Tornar o código mais acessível às jovens é o core business da start-up sueca imagiLabs. O projeto foi criado exclusivamente por mulheres e acaba de arrecadar 250 mil euros em financiamento pre-seed.
A Coca-Cola European Partners terminou mais uma edição do seu projeto de empreendedorismo feminino "BORA Mulheres”. Foram eleitos três projetos.
É da Noruega, vale 1,3 mil milhões de dólares (1,07 mil milhões de euros), conta com a participação de mais de 9 mil empresas, incluindo de Portugal, e acaba de anunciar que quer mais mulheres a ocuparem cargos na gestão de topo.
Competências interpessoais das mulheres, como colaboração, trabalho em equipa e motivação, foram fundamentais durante o isolamento social, indica estudo da Harvard Business Review.
As empresas lideradas por mulheres recebem menos investimento de risco e são menos atrativas para investidores, uma tendência transversal no mundo. Como podem as mulheres angariar investimento em pé de igualdade com os homens?
Na edição deste ano, além da mentoria e do acesso ao programa avançado em empreendedorismo e gestão da inovação, a melhor empreendedora portuguesa vai receber um prémio no valor de três mil euros.
A liderança no feminino é, amiúde, presa num conflito esmagador. Devido a estereótipos usuais, as mulheres em cargo de responsabilidade são muitas vezes consideradas como muito boas profissionais e vistas como pouco femininas. Por outro lado, se são consideradas como sendo femininas então são desvalorizadas enquanto líderes. i.e., se és feminina não és um verdadeiro líder, se o és então não serás feminina.
A iniciativa é da CIP-Confederação Empresarial de Portugal, e tem como objetivo identificar e desenvolver talentos femininos com potencial de liderança, e diminuir o gap da igualdade de género.
Depois de um ano com mudanças sem precedentes, as respostas que os candidatos/potenciais colaboradores procuram também mudaram. E há quatro questões para as quais os líderes têm de estar preparados para responder.

















