A pandemia obrigou as empresas a alargar as fronteiras dos locais de trabalho e os profissionais a reinventarem-se, e a pensar fora da caixa. Saiba por que é que as competências de liderança fortes são hoje mais importantes do que nunca.
Já se passaram mais de seis meses desde que o mundo conheceu uma nova ameaça que foi o novo coronavírus e a doença que ele provoca. Apesar de já se conhecer muito a respeito do vírus e da doença, muito ainda falta por conhecer para se poder descobrir a cura ou a vacina.
Das “celebridades” da área, como Bill Gates e Mark Zuckerberg, aos que ficam fora dos holofotes, não faltam nomes inovadores que mudaram o setor e o mundo.
Num momento em que a pandemia do novo coronavírus ocupa, quase que em exclusivo, o espaço mediático, este artigo versa sobre uma outra pandemia, não mortal, felizmente, mas perigosa e com um nefasto potencial impacto humano e social. A pandemia da apatia.
O Fórum Económico Mundial delineou uma Agenda de Liderança que visa ajudar os conselhos de administração a garantir a competitividade e a resiliência das suas empresas a longo prazo. Conheça as prioridades.
A Sifted identificou oito investidoras portuguesas que têm contribuído para dinamizar o panorama nacional. A Cíntia Mano, que é diretora de Negócios na empresa brasileira OilFinder e business angel, é uma delas. O Link To Leaders falou com a investidora sobre o crescimento da liderança feminina no ecossistema empreendedor em Portugal.
Mais de 3 milhões de publicações sobre a liderança e não existe ainda uma teoria geral do fenómeno.
A organização do Leadership Summit Portugal está a preparar mais uma edição do evento para dia 7 de outubro. O Casino Estoril volta a ser o local escolhido.
"Se um bom líder se preocupa em criar a melhor estratégia para o futuro, um líder de uma instituição com história está automaticamente em vantagem em criar essa estratégia”, revelou Francisco Miranda Duarte, diretor-geral da Ordem da Trindade, que este ano celebra o seu 265º aniversário, em entrevista ao Link To Leaders.
Estamos há três meses a viver, em muitas organizações, uma situação de trabalho remoto que tem colocado à prova a nossa capacidade de mantermos as nossas equipas “na mesma página”.
Há empresas que, por norma, não divulgam números no que diz respeito a despedimentos. A multinacional IBM é uma delas. Mas talvez as regras devessem mudar em tempos de crise.















