O mundo assiste a um dos maiores descompassos históricos da governação moderna: enquanto muitos Estados continuam concentrados em debates institucionais herdados do século passado, ancorados estritamente em limites territoriais físicos, o centro de gravidade do poder mundial migrou em definitivo para o código, os semicondutores e os sistemas autónomos.
O programa internacional Women Up dirige-se a mulheres com experiência comprovada na área da gestão. O início está marcado para janeiro de 2027 e tem a duração de sete meses.
Manuel Caldeira Cabral e Sílvia Mota são os keynote speakers da 4.ª edição do Fórum PME Magazine, que acontece a 28 de outubro, no Taguspark. O evento de networking inclui quatro painéis, Prémios PME Pitch, Prémios Social CEO e uma experiência de gamificação.
Vivemos um momento particularmente desafiante para a cooperação internacional. A crescente fragmentação geopolítica, a competição global pelo talento, a disputa pela liderança científica e tecnológica e o enfraquecimento de alguns modelos tradicionais de cooperação internacional estão a redefinir a forma como os países e as instituições se relacionam entre si.
Há uma ideia que atravessa silenciosamente muitas organizações. Não aparece nos relatórios anuais, não consta dos modelos de avaliação de desempenho nem faz parte dos programas de formação de liderança. Mas está presente no quotidiano de milhares de profissionais. A ideia de que um bom profissional consegue deixar a sua vida pessoal à porta da empresa.
“O mundo está cada vez mais igual”, dizia-me alguém há uns dias, quando falávamos de viagens. Sim e não, disse na altura, e reitero aqui por escrito.
Família, viagens e alguns dias obrigatórios em Cabanas de Tavira fazem parte da receita de Rui Lopes, CEO da Simplefy, para recuperar energias no verão. Numa pausa em que prefere deixar os horários de lado, o gestor partilha também a sua visão sobre o impacto da IA nas organizações, o papel das equipas na liderança e as incertezas económicas e geopolíticas que acompanha com atenção para os próximos meses.
Leão XIV publicou a Magnifica Humanitas para lançar uma pergunta central: conseguiremos continuar humanos na era da inteligência artificial? Eu acrescentaria outra. Conseguiremos continuar líderes e a moldar lideranças?
A saúde mental nas organizações, os desafios da liderança, o custo da indecisão e o papel do trabalho na construção de identidade e propósito estão entre os temas da edição de 2026 da Conferência Contra Tendências, que se realiza a 15 de outubro, na NOVA SBE.
Há momentos em que a liderança se revela menos nas decisões que correm bem e mais na forma como se reage quando alguma coisa corre mal. A recente polémica em torno da digitalização e correção dos exames nacionais é um desses momentos.
Comunicar uma reestruturação, um corte no orçamento ou o incumprimento de uma meta nunca é simples. Mas a forma como a mensagem é transmitida pode fazer a diferença na relação entre líderes e equipas.
Durante anos ouvimos que Portugal estava a convergir com a Europa. O PIB crescia, o desemprego diminuía, as exportações batiam recordes e a economia parecia caminhar na direcção certa. Nada disto era falso. Mas talvez não fosse toda a verdade.

















