Muitas vezes pensamos a liderança como um conjunto de atos isolados com significado próprio e realizados em momentos específicos da interação entre os líderes e os liderados. Falamos, por exemplo, de dinamizar e animar equipas, de comunicar bem numa entrevista, de gerir talentos, de lidar positivamente com conflitos, etc. Mas muitas vezes também, não nos damos conta de que falar sobre esses “atos concretos” a que por vezes chamamos “técnicas de liderança”, é um tipo de prática que pode vir de facto a tornar-se “muito abstrata”.
Algo que provavelmente todos estamos de acordo que 2020 não foi um ano igual aos outros. Quando na passagem de ano levantávamos o copo e brindávamos ao novo ano, estávamos longe de imaginar que o desejo "saúde" ganhava todo um novo significado.
De um momento para o outro, muitos dirigentes ficaram privados do contacto com as suas equipas, com os clientes, e mais importante, com o consumidor. Tudo isto numa altura em que, segundo dados McKinsey para os EUA, 75% das decisões de consumo mudaram durante o confinamento (1).
Cinquenta jovens, entre eles refugiados e migrantes, integram um programa que decorrerá no Porto até março de 2021 para formar líderes. A iniciativa tem como objetivo dar-lhes ferramentas para que possam ingressar no mundo do trabalho.
As teorias da liderança têm vindo a valorizar a força e a racionalidade calma do líder no momento em que tem de tomar decisões difíceis e de enfrentar crises avassaladoras. Um modelo em que não entram as emoções!
“A confiança delegada nos colaboradores em teletrabalho desenvolve emocionalmente capacidades internas de êxito, criatividade e desenvoltura por parte destes”, afirma Paulo Bernardo, CEO da Wingsfeel, em entrevista ao Link To Leaders, defendendo que “as lideranças evoluíram para um campo de liderança consciente”.
As votações para escolher os Best Public Leaders estão a decorrer até dia 21 de novembro. Os resultados só serão conhecidos no dia 27 de novembro na gala de entrega de prémios, marcada para o Casino do Estoril.
Alguns lembram-se certamente de uma série inglesa passada numa casa londrina em que se cruzavam, escada a baixo e escada acima, os proprietários (a família Bellamy, abastada e cheia de pergaminhos) e os empregados (mordomo, cozinheira, motorista, criadas de copa, de limpezas, de quartos…).
"Um dos programas televisivos de entretenimento que aprecio é o “The Voice”, cujo formato encerra em si vários aspetos que tendem a ser valorizados em matéria de liderança ou gestão organizacional. As “audições cegas”, em particular, são, a meu ver, um verdadeiro hino à equidade humana e social.”
O nascimento de uma criança é sempre uma das fases mais felizes da vida de um casal, mas traz também muitos desafios. Saber geri-los pode ajudar os pais a desenvolverem capacidades de liderança e a aplicá-las no dia a dia no mundo dos negócios.
Entrevista/ “Não é comum um CEO partilhar as suas ideias, os seus sucessos ou fracassos, com receio da exposição”
Prepara-se para lançar o seu primeiro livro, destinado a qualquer líder e onde partilha 52 princípios, tantos quantas as semanas que tem um ano. Em entrevista ao Link To Leaders, Carlos Pais Correia, cofundador e CEO da Affinity, refere que procura, através desta obra, partilhar conhecimento que acompanhe o leitor na gestão da sua empresa ou função, e que o ajude a direcionar os seus esforços de forma eficiente e próspera.
Os programas de desenvolvimento em liderança na área das tecnologias de informação (TI) podem ajudar na progressão profissional quer esteja a iniciar a sua carreira, quer seja um profissional experiente. Conheça alguns destes programas.
















