Sheryl Sandberg, COO do Facebook, disse que é preciso “garantir que as vozes das mulheres sejam ouvidas e atendidas, em vez de esquecidas e ignoradas”. Ao mesmo tempo, Melinda Gates, cofundadora e copresidente da Fundação Bill & Melinda Gates, afirma que uma mulher com voz é, por definição, uma mulher forte.
É da Noruega, vale 1,3 mil milhões de dólares (1,07 mil milhões de euros), conta com a participação de mais de 9 mil empresas, incluindo de Portugal, e acaba de anunciar que quer mais mulheres a ocuparem cargos na gestão de topo.
No meio da estratégia e do plano e do budget e das reuniões de comissão executiva e do financiamento das iniciativas... Muito se passa de permeio, mas ao líder, ao verdadeiro líder, a tarefa que jamais esquecem como crítica é unir as partes, juntar os extremos, reunir pontos de vista numa visão do amanhã – hoje.
Competências interpessoais das mulheres, como colaboração, trabalho em equipa e motivação, foram fundamentais durante o isolamento social, indica estudo da Harvard Business Review.
Um livro de liderança diferente que quer ajudar o leitor a descobrir a sua voz de liderança e ajudá-lo a expressar essa voz com sucesso, no seu dia a dia. É assim que João Vieira da Cunha carateriza o seu recente lançamento.
A liderança no feminino é, amiúde, presa num conflito esmagador. Devido a estereótipos usuais, as mulheres em cargo de responsabilidade são muitas vezes consideradas como muito boas profissionais e vistas como pouco femininas. Por outro lado, se são consideradas como sendo femininas então são desvalorizadas enquanto líderes. i.e., se és feminina não és um verdadeiro líder, se o és então não serás feminina.
Assistimos, no início deste ano, às imagens inacreditáveis do assalto ao Capitólio. Imagens indignas de um país com tradições democráticas fortemente enraizadas.
A liderança é algo que se pode aprender ou é uma característica inerente a qualquer profissional? O Observatório Liderança 2020 mostra que há quem acredite na vocação para comandar as organizações, com 52% dos líderes a considerar “ter nascido já com perfil de líder”.
O último ano trouxe mudanças a vários níveis no mercado de trabalho. Não desmotive, aprenda com as lições do passado e relance a sua carreira em 2021, seguindo estas seis atitudes.
Depois de um ano com mudanças sem precedentes, as respostas que os candidatos/potenciais colaboradores procuram também mudaram. E há quatro questões para as quais os líderes têm de estar preparados para responder.
Chamar a atenção dos líderes e gestores empresariais para devolverem à sociedade um maior sentido de altruísmo e menor sentido de egoísmo. Esta é a missão do livro de Pedro Afonso, CEO da VINCI Energies Portugal, que chegou este mês às livrarias.
Muitas vezes pensamos a liderança como um conjunto de atos isolados com significado próprio e realizados em momentos específicos da interação entre os líderes e os liderados. Falamos, por exemplo, de dinamizar e animar equipas, de comunicar bem numa entrevista, de gerir talentos, de lidar positivamente com conflitos, etc. Mas muitas vezes também, não nos damos conta de que falar sobre esses “atos concretos” a que por vezes chamamos “técnicas de liderança”, é um tipo de prática que pode vir de facto a tornar-se “muito abstrata”.

















