A emergência Covid deu pretexto a quase todos os Governos para estender os tentáculos do Estado a novas zonas de intervenção tradicionalmente na esfera privada.
Desde 2000 que Portugal, apesar da chuva de dinheiros das privatizações e de fundos comunitários, navega num pântano, cada vez mais fedorento, de não crescimento, de degradação da nossa posição relativa nos índices de competitividade e de degenerescência das instituições do Estado.
Já lá vão muitos anos desde que Barack Obama ganhou as eleições presidenciais nos Estados Unidos. Fê-lo sob a bandeira da Esperança invocada num poster de campanha genial em que, sobre a palavra Hope, se via a cara do jovem candidato.
A Comissão Europeia propôs um regulamento que limita a um máximo de 30 dias os pagamentos às empresas, tornando assim mais assertiva a diretiva sobre esta matéria atualmente em vigor.
Não advogo que o Estado se substitua aos privados na economia, longe disso. O Estado já foi dono de cervejeiras, por exemplo. Vendeu-as e, nesse mercado, o país e as pessoas beneficiaram da privatização.
Já há muito que defendo e escrevo algo que é óbvio: o nosso Estado e a respetiva Administração Pública têm de mudar os seus processos e estruturas e serem mais eficientes e eficazes.
Os defensores do Estado interventor costumam argumentar que a propriedade das empresas e a natureza da nomeação da sua gestão não determinam a maior ou menor eficiência na gestão dos recursos.
Tenho seguido com muita atenção, seja por motivos claramente profissionais, seja também por interesse pessoal, as recentes questões relacionadas com o possível fim dos golden visa em Portugal ou as ideias de bloqueio de aquisição de propriedades por parte de estrangeiros, à semelhança do que foi mais recentemente aprovado no Canadá enquanto forma de potenciar o crescimento da oferta do mercado residencial para os nacionais.
Quando estudamos para ser gestores, o Estado aparece-nos sempre como uma entidade de bem que interfere na economia para prestar serviços essenciais e de infraestrutura, para criar as regras que otimizem o bem-estar da população e para funcionar como agente de redistribuição de rendimentos.
Um corpo anémico não tem estamina!!!! Pode até ter muita vontade, muito desejo, mas a debilidade física provocada pela anemia é um empecilho que só com uma medicação forte em vitaminas e muito ferro se pode ultrapassar.
Já lá vão os anos em que as gasolineiras, para atraírem mais clientes, acrescentavam etiquetas superlativas aos seus produtos. A mais frequente era qualquer coisa “extra”... Debalde: tal artifício de marketing não teve grande êxito até porque em vários casos o extra vinha associado a aditivos que se vieram a provar nefastos para os motores de combustão.
Fui à Covilhã visitar minha Mãe centenária. Precisei apanhar um táxi. Terras mais pequenas aproximam as pessoas e o Snr. Adelino reconheceu-me.












