Todos sabem que a democracia é frágil. Quando EUA e Grã-Bretanha, paladinos do sistema há décadas, se debatem em patéticos estertores, fica evidente que o sucesso nunca está assegurado. Portugal, que colecionou fiascos democráticos no século XIX e inícios do XX, tem especial dever de acautelar esses perigos.
Toda a gente fala de Inteligência Artificial. Nas conferências, nos jornais, na televisão, nas conversas de corredor. A maioria dos gestores já percebeu que se trata de algo importante, talvez do mais importante das últimas décadas. O problema é o que vem a seguir.
A nova edição de "O Poder da Prospeção" surge como um guia prático para profissionais que procuram recuperar consistência comercial aplicada à mediação imobiliária em Portugal.
O Gourmet Experience, no Piso 7 do El Corte Inglés de Lisboa, passou a contar com uma zona dedicada à transmissão de jogos de futebol, disponibilizando novas propostas gastronómicas, uma pop-up da Healthy Junkies e iniciativas especiais para os adeptos.
No ecossistema tecnológico europeu, temos um problema na Série B — e não é de agora. Somos excelentes a lançar start-ups com financiamento Seed, mas muitas têm dificuldade em manter a velocidade necessária para se tornarem líderes globais. Existem muitas razões para isso, mas, do ponto de vista das relações públicas, o elemento em falta é frequentemente uma arquitetura de credibilidade.
Há uma empresa de componentes metálicos em Braga. Fundada em 1987. O fundador tem 71 anos. Os dois filhos trabalham na empresa, mas nenhum quer ficar com ela. O pai sabe. Os filhos sabem. Nunca falaram sobre isso.
Prometeram-nos, finalmente, o gestor perfeito. Racional, incansável, imune aos enviesamentos, às simpatias e às emoções que sempre atrapalharam a nobre arte de lidar com pessoas. A inteligência artificial chegou para nos livrar do que havia de mais incómodo na gestão: o humano que a pratica.
O mês de junho, em que se celebra o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, constituiu um momento relevante para refletir sobre a evolução do acesso a direitos fundamentais na sociedade atual.
Nos últimos anos, muito se tem falado sobre a habitação em Portugal. Fala-se de preços, de acesso ao crédito, de construção, de investimento e de políticas públicas.
E se em vez de serem um boost financeiro para os países em dificuldades, os fundos europeus forem um problema? O historiador económico Nuno Palma explica porquê e fala de Portugal como o exemplo-laboratório deste vício.
Da encantadora Veneza, em Itália, à histórica Valeta, em Malta, estes são os destinos ideais para surpreender a sua cara-metade com um fim de semana romântico. Porto também está na lista.
Há uma pergunta que se impõe com crescente frequência quando se observa a evolução do tecido empresarial: durante quanto tempo pode uma organização continuar competitiva quando a sua dimensão já não acompanha a sofisticação, a velocidade e a intensidade de capital exigidas pelo mercado?

















