Enquanto gestores e líderes gerimos com foco em objetivos, em acrescentar valor e fazer crescer as organizações. “Não tiramos os olhos da bola”. Mas será que fazemos o mesmo com as nossas carreiras?
Ano Novo, vida nova? Vamos ver… O certo é que, para as empresas portuguesas e para a economia nacional, 2025 foi um período marcado por ajustamentos necessários e 2026 começa prometendo manter alguma turbulência global.
Durante a maior parte da minha carreira como empreendedora, nunca esperei sentir-me pronta. Se tivesse esperado, não teria criado empresas. Não teria entrado em territórios novos. Não teria tomado decisões relevantes com informação incompleta.
Nos tempos actuais, é legítimo duvidar que ainda existam leitores capazes de se dar ao luxo de ler este texto até ao fim, rodeados como estamos pela omnipresença do chamado “texto fácil”.
A frase é provocadora, mas descreve bem o que acontece quando pessoas com potencial ficam demasiado tempo em contextos que não sabem, não querem ou não conseguem fazê-las crescer.
Esta obra tem como objetivo ser um instrumento de orientação para os vários stakeholders do setor, analisando de forma abrangente questões jurídicas, regulatórias, operacionais e fiscais do capital de risco.
O Come Prima foi distinguido como um dos 70 melhores restaurantes com pizza do mundo pela edição 2026 do Guida “70 Best Restaurants with Pizzeria in the World”, sendo o único restaurante português presente neste guia.
Porque a sustentabilidade passou a ser uma questão de governação. O ano de 2026 abre num contexto que desafia muitas das práticas empresariais.
Nos últimos 15 anos tenho participado ativamente na configuração e implementação de programas de filantropia em grandes instituições públicas que sonham alto e procuram apoio para concretizar as suas missões.
Quando uma empresa pede aos colaboradores para tirarem os sapatos à entrada, pondo chinelos, não está a inovar. Está a sinalizar uma outra realidade: a perda total de foco. E também a perder o juízo.
Durante muito tempo, foi natural pensar Portugal como um ponto de chegada. Um mercado onde as empresas nasciam, cresciam e procuravam consolidar-se. Esse enquadramento fez sentido num determinado contexto económico e geopolítico, mas, hoje, o mundo empresarial opera com outras lógicas e isso obriga-nos a repensar a forma como posicionamos as nossas empresas.
Já vi este filme vezes suficientes para reconhecer o guião cedo: sala cheia, energia alta, slides impecáveis, uma narrativa ambiciosa sobre o futuro. Há frases fortes, há alinhamento aparente, há até aquela sensação coletiva de “agora é que é”. E depois… passa o tempo.

















