A experiência profissional em diversas geografias ensinou-me que num contexto global, a competência técnica é apenas o ponto de partida. A eficácia depende também da capacidade de compreendermos e nos adaptarmos a diferentes realidades organizacionais e culturais.
Em finais de 2025, a Índia tinha reconhecidas 159,000 start-ups, quando em 2016, mal teria 500. E nessas 159.000 havia 135 unicórnios, empresas cujo valor era avaliado em mais de 1.000 milhões de dólares. A valoração conjunta dos 135 unicórnios era de cerca de 350.000 milhões de dólares.
Proponho-me reflectir sobre a forma e a intenção do meu uso de modelos de linguagem no que concerne à escrita. A preocupação que me move é simples de formular e difícil de resolver: receio estar a sofrer as consequências negativas do que critico nos textos que tenho publicado.
Há uma pergunta incómoda a aparecer nas universidades, nas empresas, nas organizações e no Estado. Não é apenas saber se as novas gerações querem trabalhar. Essa é a formulação fácil. Talvez até injusta. E parece-me que cada vez mais óbvia, simplificando, na resposta.
Sob o lema "o que nos abriga é também o que nos constrói", o livro "108 Vozes pela Habitação" é o mais recente lançamento editorial da Associação INDEG - Projeto ISCTE, um livro que visa elevar o debate sobre a habitação.
Dos trilhos sob o sol da meia-noite na Islândia às pistas de esqui da Nova Zelândia, abertas enquanto o hemisfério norte enfrenta temperaturas elevadas, estes são alguns dos melhores destinos de verão para fugir ao calor.
O bem poderá prevalecer no uso da Inteligência Artificial. Ou não. Todas as grandes tecnologias da História melhoraram a vida humana e, simultaneamente, aumentaram a capacidade de lhe causar danos existenciais. A Inteligência Artificial não é uma exceção. A verdadeira questão não é o que a IA fará connosco. É o que nós faremos com ela.
Há algo de estranho nas salas de aula atuais. Trabalhos impecavelmente escritos, frases estruturalmente perfeitas, textos organizados, sem erros ortográficos, sem hesitações e, muitas vezes, sem alma.
Este artigo não é para te convencer a mudar de vida. Não é para te dizer que deves deixar o teu trabalho, terminar uma relação, abrir uma empresa, mudar de cidade ou reinventar-te aos 50. Há conteúdo suficiente a romantizar mudanças radicais.
Um tema quente a nível das empresas são, e há muito tempo que tem sido, as elegantemente chamadas lateral hirings, ou em bom português, as contratações paralelas. Na prática, para quem nunca passou por este tipo de situações, estamos a falar de situações, grosso modo, em que são efetuadas contratações de funcionários por uma empresa a uma empresa concorrente (isto sem qualquer analogia futebolística ou cláusula de 'rescisão' envolvida).
Quando não há sucessor, a venda pode ser a forma mais responsável de proteger o legado. O fundador fechou a porta da sala antes de falar. Tinha setenta anos, uma empresa que dava lucro, clientes fiéis e uma equipa que o tratava pelo primeiro nome.
No trabalho e na vida quem domina as emoções domina os resultados. “O Grande Livro da Inteligência Emocional” revela ferramentas e estratégias práticas para gerir emoções, ultrapassar conflitos e melhorar as suas relações.

















