O Lago de Garda, em Itália, foi eleito o melhor destino para as primeiras férias a dois, segundo o índice Couples’ Holiday Success. Bled, na Eslovénia, e Essaouira, em Marrocos, completam o pódio de uma lista que distingue destinos seguros, acessíveis e propícios à ligação emocional.
Durante anos, habituámo-nos a abordar a sustentabilidade sobretudo na ótica do compliance, centrando-nos no reporte, na definição de metas e em compromissos formais.
Será que existem limites para o desempenho humano (físico, mental)? Para alguns, os limites são barreiras reais, para outros, representam apenas a fronteira das condições existentes.
Um empresário do setor alimentar, segunda geração, decidiu que a empresa valia 8 milhões de euros. Era o número que tinha na cabeça há anos. Apareceu um comprador sério, com acesso a capital, genuinamente interessado. A conversa durou três reuniões. Nunca chegaram perto. O empresário ainda tem a empresa.
Persiste a ideia de que liderança, marketing e estratégia são áreas separadas. Na prática, são dimensões inseparáveis da mesma realidade.
O ensino superior em Portugal atravessa um dos períodos mais desafiantes e transformadores das últimas décadas, exigindo uma reflexão séria sobre o seu futuro e sobre a forma como o sistema se está a reorganizar.
A OpenAI de Sam Altman, entre o sonho e o pesadelo, foi o ponto de partida para este livro da norte-americana Karen Hao Hao, onde reconstrói a ascensão meteórica da empresa e revela o impacto perturbador que esta indústria está a ter na sociedade.
De antigas fortalezas transformadas em hotéis de luxo a resorts esculpidos na rocha, a lista dos 16 hotéis mais bonitos do mundo de 2026 distingue projetos que se destacam pela arquitetura, pelo design e pela integração no território.
Há um diagnóstico que se tornou muito comum entre quem acompanha de perto a transição energética em Portugal: o problema deixou de estar na definição de metas ambiciosas e passou a estar na execução.
Lembro-me de há uns anos encontrar num evento um dos sócios com quem mais trabalhei em consultoria estratégica, já depois de ele ter passado para administrador de uma grande empresa.
O que a estrutura legal das multinacionais nos diz sobre controlo, capital e decisão. Seguindo a lógica encadeada dos dois últimos artigos, em que abordei a centralidade das grandes empresas e a fragilidade do mercado de capitais, partilho agora algumas reflexões sobre uma camada raramente discutida, mas decisiva: onde reside, de facto, o poder económico numa economia aberta, e o que Portugal precisa de fazer para o ter mais consigo.
Nos últimos anos, tenho vivido grande parte da minha vida entre fábricas, produção, reuniões de projeto e operações industriais entre a Europa e a China. E, honestamente, quanto mais tempo passo dentro deste ambiente, mais percebo que os maiores problemas da indústria já não estão na tecnologia.

















