Estamos a assistir a um ponto de viragem na forma como as empresas pensam a estratégia, o marketing estratégico e os modelos de gestão.
Entramos em 2026 com o ritual habitual da esperança. A ideia confortável de que, só por virar o calendário, seremos melhores. Mais lúcidos. Mais justos. Mais responsáveis. Aprendi, através do meu percurso profissional, que a esperança, sozinha, não move Organizações nem Sociedades. O que move é a escolha. E a coragem.
O Financial Times, em colaboração com a Schroders, listou aqueles que considerou os melhores livros de negócios de 2025. Se não leu, e quer reforçar conhecimentos empresariais, ficam as dicas.
Natureza de cortar a respiração, propícia para atividades ao ar livre, arquitetura e espaços culturais deslumbrantes, são algumas das possibilidades que pode encontrar na Europa se já está a planear as viagens de 2026. Da Turquia a Malta, da República Checa a Espanha, eis algumas sugestões.
Com o início de um novo ano, instala-se aquele frenesim habitual nas organizações: fecham-se orçamentos, desenham-se estratégias, afinam-se KPIs financeiros. É natural, faz parte da boa gestão. Mas talvez este seja o momento certo para mudar a pergunta de partida.
No mercado de capital de risco, o ano de 2025 confirmou uma tendência que já tem sido desenhada nos últimos anos: o crescimento continua, mas de forma mais seletiva e segmentada.
Num mundo em aceleração, marcado por fragmentação geopolítica, tecnologia e pressão climática, 2026 não permite hesitações. A incerteza é um desafio, mas liderar será saber quando segurar as rédeas e quando avançar a galope num novo paradigma mundial.
O ano de 2025 ficará marcado como um ano de afirmação para o turismo em Portugal. Num contexto económico exigente, o setor voltou a bater recordes de receitas, contribuindo de forma decisiva para o desempenho da economia nacional, reconhecido internacionalmente por publicações como The Economist.
Há alguns anos escrevi no “Link to Leaders” sobre as vantagens de ser “underdog”. Sobre como a falta de recursos, de estatuto ou de poder formal pode forçar foco, criatividade e uma disciplina de execução rara.
Nesta obra, Greg M. Epstein, o influente capelão humanista da Universidade de Harvard e do MIT, explica-nos o que significa ter um pensamento crítico em relação a esta “nova fé” que é a Tecnologia.
As companhias aéreas de bandeira estão cada vez mais a inovar e a sofisticar os seus serviços de primeira classe. Menus de verdadeiros chefs ou iluminação ambiente e alto-falantes embutidos nos assentos, elevam essas cabines ao nível de hotéis 5 estrelas.
Do Tejo ao Guadiana, pai e filho, 500 quilómetros a pedalar e muitas histórias para contar. Porque as verdadeiras viagens não se medem em quilómetros, mas em memórias partilhadas – nem servem apenas para chegar a um destino, mas para descobrir o caminho.

















