Os últimos dois anos tiveram um impacto muito significativo em vários aspetos da nossa vida, sobre os quais já muito foi escrito. Apesar de estarmos num período de alguma incerteza, em particular em alguns países europeus, a verdade é que tudo isto passará e ficaremos a braços com os resultados de uma pandemia num mundo que terá de aprender a lidar com uma doença endémica (como tantas outras).
Na próxima sexta-feira as lojas preparam-se para fazer a sua Black Friday. Siga as sugestões da Tlantic e garanta que o negócio é bem-sucedido.
O estudo Meaningful Media divulgou os meios e plataformas mais relevantes em 2021 para os consumidores portugueses. Os motores de busca, as redes sociais e os canais de TV abertos continuam a liderar.
Ninguém quer saber das características do produto ou serviço que está a ser vendido, mas sim dos problemas que resolvem, das necessidades que preenchem ou dos desejos que permitem o consumidor alcançar. Se as marcas e as empresas se focam no seu umbigo, não chegam a ninguém.
Continente, Adidas e Samsung estão entre as marcas mais referidas pelos portugueses no estudo da Superbrands Portugal.
O comércio eletrónico acelerou fortemente em Portugal com a pandemia. Há dados que apontam para um crescimento de 80% neste último ano e meio, valor que traduz um aumento exponencial quer do número de compradores online, quer do volume e frequência das compras digitais.
Uma das empresas que percebeu que usar inteligência artificial e machine learning não é só uma necessidade do negócio, mas sim uma vantagem competitiva é a PepsiCo. Saiba como a empresa de alimentos e bebidas recorre à tecnologia em todas as fases de desenvolvimento de um produto.
Antes de abrir ou fechar uma empresa, deve entender o mercado atual, e saber atuar nos tempos de hoje. O mercado está em grande ebulição, com uma pandemia que continua a prometer dias difíceis para os empresários globais.
Dados recentes da Salesforce mostram o crescimento global do comércio digital, impulsionado pelo aumento do tráfego online. No entanto, o gasto médio dos consumidores online diminuiu.
A maioria dos consumidores espera que os seus hábitos de compra voltem aos níveis anteriores à pandemia até o final deste ano, segundo um estudo da Mood Media, que concluiu que os clientes estão a começar a regressar às lojas físicas à medida que as medidas de segurança aumentam em todo o mundo.
Ao longo dos últimos anos tenho escrito, de forma mais ou menos frequente, sobre a lógica estratégica e de marketing que tem norteado a economia chinesa na sua dimensão internacional. Falava em 2016 sobre aquilo que sentia ser a ascensão mundial da Huawei e em 2019 referia a aposta no e-commerce, na banca e em múltiplos setores de atividade, destacando o Alibaba, Tencent ou Ant Group.
Se há algo que temos vindo a aprender com esta pandemia, que nos assola há mais de um ano, é a nossa capacidade de adaptação e resiliência, mesmo enquanto somos bafejados pela esperança que a vacina nos traz. Quem diria que um vírus que nos cortou os movimentos nos ia “obrigar” a mudar e adotar uma série de novos comportamentos para "manter" as atividades do dia a dia, mas de uma maneira diferente.
















