As empresas que valorizam o customer service como centro de valor em vez de um custo crescem 3,5 vezes mais em faturação, revela novo estudo da Accenture, que procurou perceber o papel do serviço de atendimento ao cliente na criação de valor partilhado entre clientes e empresas.
Elizabeth Muller, que foi responsável por liderar a visão, estratégia, conceito e experiência das lojas da Starbucks a nível mundial, vai estar em Portugal em outubro.
Apesar das dinâmicas de marketing digital já terem chegado a muitas empresas, independentemente da sua dimensão, a verdade é que se toda a lógica digital, desde o marketing às vendas e ao serviço ao cliente não está interligada, isso significa que lhes falta estratégia, pelo que o resultado tem tudo para ser pouco consistente, difuso e penalizador para os clientes.
Independentemente do setor de atividade, são muitas as empresas que têm investido de forma significativa em tecnologia, por forma a que esta lhes permita estudar, compreender e agir de forma eficaz junto dos seus clientes. Ora para superar etapas aquando do lançamento de novos produtos ou serviços, que supostamente terão melhor condições para ter êxito, ora para customizar a comunicação direta com os clientes nos mais variados contextos (físico, digital, em loja, com realidade aumentada ou virtual).
Na próxima sexta-feira as lojas preparam-se para fazer a sua Black Friday. Siga as sugestões da Tlantic e garanta que o negócio é bem-sucedido.
John Rossman, ex-executivo da Amazon e autor do livro “The Amazon Way”, explica por que razão empresas de qualquer dimensão podem beneficiar das lições que a gigante do comércio eletrónico aprendeu.
Todos conhecemos a máxima “o cliente tem sempre razão”. Talvez nem sempre seja (totalmente) verdade, mas é certo que nenhuma empresa sobrevive sem clientes satisfeitos. Por isso, há uma pergunta que um CEO nunca deve perder de vista: quão customer centric é a minha empresa de tecnologia? Por outras palavras, está a fazer tudo o que pode em prol do cliente, ou porque é mais conveniente para si?
Recentemente, foi muito comentado um discurso de um máximo responsável de um banco português, precisamente por quase nada se perceber do seu discurso, uma vez que o recurso a uma linguagem demasiado hermética e técnica, o tornou impercetível para a grande maioria dos seus recetores e público em geral. Propositado ou não, correto ou não, o certo é que a mensagem não passou.
O CEO do Barceló Hotel Group para a Europa, Oriente Médio e África (EMEA), Raúl González, explica como a rede hoteleira está a aplicar a inteligência artificial para melhorar o serviço de atendimento ao cliente. O responsável acredita que esta tecnologia ajudará o grupo a ser mais eficiente, num ano em que, pela primeira vez, encerrará com perdas significativas.
Uma das primeiras coisas que aprendemos em qualquer curso de Marketing é a definir as buyer personas. As personas são um protótipo das pessoas a quem queremos chegar com as campanhas: conseguimos descrevê-las com base em pesquisas de mercado, estudamos os seus hábitos, conhecemos as suas dores.
A sua start-up está a dar os primeiros passos, ainda funciona em instalações provisórias e luta para conseguir levar um produto/serviço ao mercado, mas de repente um potencial cliente pede-lhe para ver as contas. Como lidar com a situação?
Trimestre após trimestre, as expetativas confirmam-se. O Banco de Portugal estima que o PIB vai baixar pelo menos 9.5% em 2020, em parte arrastado pela queda do turismo, um dos grandes motores da economia portuguesa. Mas, se em certos setores, nomeadamente na hotelaria e restauração, os números são contundentes, outros escapam ao nosso radar: afinal, como estão as empresas de tecnologia?













