É crucial que os empreendedores e donos de empresas gastem o pouco tempo que têm em atividades importantes para o sucesso dos seus negócios online. Apresentamos-lhe um plano de três etapas para seguir na direção certa.
A pandemia fez disparar o comércio eletrónico e colocou desafios importantes às cadeias de distribuição que alimentam o retalho. Conheça as lojas físicas que vão sobreviver, segundo o cofundador da Ignitia Office, espaço de coworking em Nova Iorque.
A preparação do retalho para o “novo normal” é um dos temas centrais dos próximos desafios da gestão.
Ninguém vende porque faz publicidade. Estou a desafiar as leis do Marketing, da Economia e do próprio bom senso? Nem por isso. Numa empresa de Tecnologias de Informação (TI) consegue vender porque o seu produto (ou serviço) apresenta uma solução eficiente para um problema real – por exemplo, um software de gestão de projetos que responde às necessidades de uma equipa em crescimento ou um servidor mais potente para um website de e-commerce com demasiado downtime.
Até há bem pouco tempo, a chamada jornada do cliente continha contornos mais ou menos estanques, que se iniciavam na notoriedade da marca, despertar do interesse pelo produto ou serviço, manifestação do desejo de aquisição, culminando com o acto de compra. Chamou-se-lhe modelo AIDA (Atenção, Interesse, Desejo, Aquisição).
É frequente ouvir-se no mundo dos negócios que as empresas mais inovadoras, e por sinal de maior sucesso, criam as necessidades dos clientes com o desenvolvimento de novos produtos para estes. Embora esta afirmação possa parecer razoável e verdadeira, concordo mais que a realidade e o sucesso passa por descobrir as necessidades insatisfeitas – muitas vezes não são evidentes nem estão declaradas – e solucioná-las como nunca feito até esse momento.
Todos nós temos pelo menos uma marca da qual somos realmente fãs. Seja no mercado da moda, da alimentação, produtos para casa, como também daquelas aplicações das quais estamos sempre a referenciar aos colegas de trabalho, amigos e família.
Não há mercados sem clientes! É para eles que se desenha a promessa da nossa oferta, que se definem todos os parâmetros do mix de marketing e que se negoceia / entrega um produto ou serviço mais ou menos diferenciado. É também através dele, que se avalia o seu grau de satisfação, se mede a fidelização, se adiciona serviço pós-venda e se gera um passa-palavra.
Quem é o meu cliente? Responder a essa pergunta é um dos pontos principais para que você obtenha sucesso na venda de um produto.
É francamente exagerado falar do declínio das lojas de retalho devido ao aumento exponencial das compras online. Na verdade, este é o momento do retalho se revitalizar, contribuindo para a própria modernização das cidades, que estão a ser reconstruídas com vista a uma renovação atrativa dos espaços comerciais.
Um estudo norte-americano indica que 72% das empresas têm como prioridade máxima melhorar a experiência do consumidor. Em Portugal, a realidade não é diferente. Fique a conhecer três start-ups, apoiadas pelo programa Ativar Portugal da Microsoft, que têm este campo como principal área de atuação.













