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Empresas e Start-Ups

Teletrabalho com ou sem pandemia

As restrições impostas pela pandemia, em especial os confinamentos, levaram muitas empresas, particularmente do setor dos serviços, a adotar modelos de trabalho remoto. Na generalidade dos casos, esses modelos foram implementados pela primeira vez e nem sempre com as competências e meios tecnológicos adequados.

Entrevista/ “Os Açores podem vender conhecimento e tecnologia”

Atrair empresas e investimento para os Açores, e potenciar a região do ponto de vista tecnológico, é uma estratégia que a região autónoma tem vindo a construir nos últimos anos. Bruno Belo, Diretor Regional do Empreendedorismo e Competitividade dos Açores, explicou em entrevista ao Link To Leaders o que está a ser feito para que os Açores possam ser um agregador e um irradiador de tecnologia e de conhecimento para o mundo.

Sustentabilidade como cultura de investimento

Vivemos atualmente um momento de mudança de paradigma e de cultura. Estamos num momento interessante da história onde a forma de olhar para o futuro é muito diferente quando comparamos as visões das gerações mais novas e das mais antigas.

5 questões a Radim Rezek, CEO da Flatio

"Sem o trabalho árduo dos nossos colegas, não somos nada". A afirmação é de Radim Rezek, CEO da Flatio, que esta semana aceitou o desafio do Link To Leaders para responder a questões relacionadas com inovação, liderança e investimento.

Metaverso: imaturidade, muitas questões e grandes oportunidades

O conceito Metaverso tem estado, cada vez mais, na linha da frente das conversas do mundo digital, não só pelas apostas estratégicas de muitas empresas, de onde se destaca a empresa de Mark Zuckerberg que mudou o nome para ‘Meta’, mas também com o aparecimento de alguns casos de criação de primeiras lojas de relação com clientes e de transações digitais ou aquisição de terrenos digitais em cidades, etc.
Foto: José Crespo de Carvalho, presidente do Iscte Executive Education

5, 10, 20 ou 41.195 quilómetros? Os objetivos “eu” e os objetivos organizacionais

É cada vez mais frequente sentar-me numa mesa de almoço ou jantar e ter à minha volta pessoas que se focam em cumprir objetivos individuais. Pessoais. Percorro todos os dias 5 km a correr. Ando todos os dias 10 km. Todos os dias corro 20 km. Já fiz as maratonas de Tóquio, de Nova Iorque, de Paris, do Dubai, do Rio de Janeiro. Faço 100 piscinas por dia. Percorro 20, 30, 50 quilómetros de bicicleta todos os dias. Temos desde corredores e maratonistas até iron men e women. Temos quem tenha corrido no Alasca ou na Antártida. Temos quem tenha corrido ou feito provas em todo o lado. A maioria delas individuais.

Ours, portugueses criam marketplace de aluguer de roupa em Espanha

Partilhar o armário de roupa já é possível e pela mão de dois portugueses que rumaram a Espanha para lançar o seu projeto de moda. Chama-se Ours e dá acesso a modelos e looks de alta qualidade por um preço baixo, e sem precisar de pensar: "mas quantas vezes vou usar esta peça de roupa?".

Controlo e autonomia – Um paradoxo?

Frequentemente ouvimos líderes dizer que precisam de controlar as suas equipas porque não confiam, porque precisam de incutir mais ritmo, porque precisam de garantir a qualidade do serviço e do produto ou, pura e simplesmente, porque “compete ao chefe controlar”. Felizmente, esta última razão é cada vez menos invocada!

“Gostaria que olhassem mais para o Brasil porque temos muitas soluções, muita oferta e criatividade”

“O brasileiro está cada vez mais a olhar para fora, cada vez mais faz negócios e mostra uma postura profissional. Atende, entrega, faz o que tem de ser feito e isso vai sendo notado e respeitado”. A explicação é de Clarissa Furtado, responsável de Competitividade da ApexBrasil, entidade que este ano trouxe ao Web Summit uma delegação de 70 empresas. Em entrevista ao Link To Leaders, Clarissa Furtado falou do ecossistema brasileiro e do apoio à internacionalização.

Compromisso, engagement, envolvimento… escolha feliz ou obrigação?

Ao longo da minha vida tenho-me cruzado com verdadeiros exemplos de pessoas comprometidas, com a sua vida profissional, com a sua vida pessoal e sempre me questionei o que está na base deste engagement, o que faz com que, por exemplo, muitas pessoas assumam as suas funções profissionais há mais de 20 anos, como se hoje, fosse o primeiro dia?