O estudo foi realizado em junho e revela que 47% das PME perdeu mais de metade do seu volume de negócios desde o início da crise. A Sage partilha algumas sugestões para apoiar o setor.
Antes da pandemia, grande parte da força de trabalho do Google já realizava a sua atividade remotamente. Por esse motivo, a empresa partilhou com os seus colaboradores um documento no qual se descrevem as boas práticas de teletrabalho que podem pôr em prática até julho de 2021.
Trimestre após trimestre, as expetativas confirmam-se. O Banco de Portugal estima que o PIB vai baixar pelo menos 9.5% em 2020, em parte arrastado pela queda do turismo, um dos grandes motores da economia portuguesa. Mas, se em certos setores, nomeadamente na hotelaria e restauração, os números são contundentes, outros escapam ao nosso radar: afinal, como estão as empresas de tecnologia?
O ISG - Instituto Superior de Gestão, em parceria com a CEUPI, do Brasil, comparou a perceção dos colaboradores portugueses e brasileiros acerca do teletrabalho durante o período de confinamento. As conclusões do estudo permitem identificar alguns padrões.
A pandemia levou muitas empresas a adotar o teletrabalho como regra e não como exceção. Algumas delas, inclusive, estão a prolongar o prazo de regresso dos colaboradores ao escritório. Veja alguns desses casos.
Todos nos recordamos que, no início da situação de pandemia e da adoção das primeiras medidas de contenção da mesma, havia uma expetativa de que estaríamos perante uma crise rápida, a que seguiria uma retoma acelerada.
Apesar da crise, do trabalho remoto e de muitas outras contingências que a pandemia impôs, muitas empresas precisam de continuar a contratar. Mas quando ainda se está em teletrabalho, como se lida com os novos colaboradores à distância? A Critical TechWorks reuniu cinco formas de melhorar o onboarding nestes casos.
“Boicote de publicidade ao Facebook!”.“Tudo para sempre em teletrabalho!”.“Fecho de todas as lojas físicas. Agora só ‘vendemos’ online!”. Estas têm sido algumas das mais recentes tendências que temos vindo a assistir, a ouvir e, por vezes, a sentir.
Vivemos tempos estranhos e sem dúvida que a transformação digital das organizações sofreu uma aceleração nunca esperada.
Os colaboradores estão a ser recrutados, durante junho e julho, para prestar serviços, em regime de teletrabalho.
Os longos tempos de confinamento forçado pela pandemia da Covid-19 acentuaram a importância do digital e determinaram a reconfiguração de realidades como o teletrabalho, as telereuniões e a educação online, originando uma verdadeira “indústria” de webinars e de lives um pouco por todo o lado, o que se saúda.
Durante os últimos meses tem-se falado bastante sobre conceitos como trabalho remoto ou ensino à distância, sendo que, na realidade nenhum dos conceitos é novo.

















