Confira quatro barreiras que podem estar a debilitar o seu talento e a impedi-lo de atingir o potencial máximo.
Passamos cada vez mais tempo útil na empresa, com colegas de trabalho. Muitos passam mais tempo útil na empresa do que com a família. É, por isso, cada vez mais importante que os colegas de trabalho sejam como uma família, para que nos sintamos bem, falemos, rimos, discutamos e produzamos.
Nos últimos meses foram publicados dois rankings importantes que revelam qual o posicionamento de Portugal relativamente à sua capacidade de atrair, desenvolver e reter talento.
“Porque vale a pena quebrar as regras no trabalho e na vida”. A afirmação é de Francesca Gino a autora de "Talento Rebelde" que chegou às bancas este mês.
Estudo internacional indica quais são os melhores países a atrair e reter o talento dos empreendedores. A maioria das nações inseridas na lista são europeias.
Em julho, escrevi o primeiro artigo desta série a que chamei a “Era do Indivíduo” numa tradução livre inspirada na principal conclusão do survey Global Talent Trends que a Mercer realizou em 2018.
Depois de ter fundado o grupo Fox Networks em Portugal, Assunção Loureiro tem agora a missão de criar uma cultura organizacional forte e uma high performance team na Beta-i. Ao Link To Leaders, a responsável fala deste desafio e das iniciativas que têm previstas para o próximo ano.
Um dos aspetos muito positivos das teorias e modelos modernos de gestão é a valorização de virtudes humanas como a confiança, a paixão, a entrega, a autossuperação, entre outras, como alguns dos atributos fundamentais da excelência.
Este ano, praticamente metade das empresas portuguesas tem tido dificuldades em encontrar o talento certo. A culpa parece residir na falta de competências adequadas às novas necessidades de mercado.
Empresários, atletas, empreendedores, músicos… muitos tornaram-se bem-sucedidos porque são pessoas obsessivas.
Encontrar a pessoa certa para a função que precisa nem sempre é uma tarefa fácil, chegando mesmo a ser um processo moroso. Há muitos elementos a analisar e, certamente, a grande maioria começa pelo currículo, mas saiba que há muito mais a fazer.
Os programadores seniores de grandes empresas como o Spotify ou a King, dona do Candy Crush, deixaram os seus empregos para começarem a trabalhar nesta start-up que torna a inteligência artificial simples de utilizar. Chama-se Peltarion e é sueca.















