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Sobre o tempo: escassez e rapidez

Como em todas as eras, as evoluções tecnológicas que foram surgindo continham promessas de poupança, de recompensa e até de libertação. Os seres humanos seriam (serão?) os principais beneficiários da sua inventividade e do seu engenho.

Entrevista/ “Chamar os bois pelos nomes” – Parte 2: De banalidades a barbaridades

Escrevi em tempos um outro texto sobre este mesmo tema. O facto de ter dado o mesmo título escusar-me-ia de escrever a primeira frase. Ainda assim, a bem da clareza, da transparência e dos links internos (dizem que favorece a descoberta dos textos novos), desta forma possibilito o acesso a um pouco mais de contexto a quem tome contacto com esta perspetiva pela primeira vez.

Na aprendizagem e na transmissão, o oposto de um especialista não é um generalista

Recentemente conversava com duas colegas sobre uma experiência de aprendizagem que uma delas tinha conduzido para um grupo de pessoas de um cliente nosso. Perguntara-lhe como tinha corrido. A sua resposta fez despontar a tal conversa. Procurávamos entender e definir o que tornaria as nossas experiências de aprendizagem diferentes de tantas outras. Como tínhamos chegado a estes modelo e estilo?

O tempo da sabedoria

Desenvolvimento pessoal. Conceito abrangente, demasiado abrangente, onde tudo cabe e quase tudo serve. Sempre a apontar para o progresso, com mais e melhores competências que são arrumadas em modelos ora simples e pragmáticos, ora complexos e sofisticados. Procuram-se estados tão díspares como a produtividade, a eficácia, a tranquilidade, a felicidade, o equilíbrio, o sucesso. A lista poderia continuar até se atingir o limite de caracteres deste artigo.

Do “politicamente correto”- Parte 1: O contexto

Alerto-o/a, caro/a leitor/a, que, com a exploração que vou propor sobre os muitos efeitos negativos que tenho encontrado em quem segue, com exagero e extremismo, a doutrina do “politicamente correto”, correrei o sério risco de enveredar pelo caminho contrário.

Aprender a aprender é o melhor que se pode “ensinar”

Imagine que está numa sala com uma criança com quem tem um laço afetivo. A sala é ampla, desafogada, com janelas grandes que deixam passar uma luz abundante; tem uma escadaria encostada a uma das paredes e está decorada de forma moderna e minimalista onde, apesar disso, se sente confortável e em segurança.

Continuando a procurar uma nova definição de “trabalho”

Recentemente, após uma nova leitura e com a distância de algumas semanas, consegui aperceber-me que um artigo que escrevi (1) neste mesmo portal me lançara as bases necessárias para continuar a refletir sobre o mesmo tema, tendo por base a seguinte pergunta-hipótese: que mudanças têm de acontecer, ou ser provocadas, para que o conceito de “trabalho” passe a estar mais ajustado à realidade actual e proporcione um índice mais alto de saúde e de satisfação para quem trabalha?