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Foto: João Sevilhano

Voltemos a querer ter e ser (bons) chefes

Gastam-se milhares de milhão de euros em desenvolvimento em liderança[1]. A escolha do verbo não foi inocente. Perder, desperdiçar ou malbaratar passariam também a ideia. A bem da transparência, este que lhe escreve é um dos mais-que-muitos que se alimentam desse grande e apetitoso bolo, apesar da infinitésima parcela que lhe toca.
Foto: João Sevilhano

A literalidade mata o entendimento

As máquinas estão cada vez mais inteligentes, já se sabe. Chegará a altura em que serão espertas o suficiente para extrair as mensagens exatas num qualquer texto ou até mesmo em qualquer comunicação oral. Já aí estaremos, porventura, lá ou muito perto, pelo menos.
Foto: João Sevilhano

Fique dentro da caixa e conheça bem a sua zona de conforto

O que lhe acontece quando alguém lhe diz que tem de “pensar fora da caixa”? E quando lhe dizem, na mesma sequência, que precisa de “sair da sua zona de conforto”? Se é como eu, quando oiço uma dessas duas expressões, que fico com uma espécie de urticária metafísica, o mínimo será algo próximo de revirar os olhos. Creio existirem boas razões para uma reação adversa.
Foto: João Sevilhano

Abraçar a curiosidade

A necessidade de obtermos respostas deixou alguns de nós com a presunção de as sabermos todas, para nós e, pior, para os outros.
Foto: João Sevilhano

Afinal quem são eles?

“Afinal quem são eles?” é o título de um pequeno livro em que os autores, Steve Ventura e BJ Gallagher, com poucas palavras e alguns desenhos, nos mostram que no mundo das empresas “eles”, “os outros”, não podem ser sempre os responsáveis por o que de mau acontece.

A propósito de propósito

É sabido que a linguagem não é estanque, evolui. Os significados das palavras mudam mais rápido do que as atualizações dos dicionários e as utilizações que fazemos das mesmas vai variando. Para além disso, como se costuma dizer, “a língua portuguesa é traiçoeira”. E não é apenas para a malandrice.

O real, o virtual e o digital

Há uns dias ouvia um episódio de um podcast que tipicamente se dedica à criatividade. O convidado desse episódio é um conhecido “evangelista” no Vale do Silício que explicava, com uma forma “muito americana”, como nos devemos apresentar e compor o nosso espaço quando estamos a comunicar via videoconferência.

Certezas e dúvidas

“Só sei que nada sei” é a célebre e mal citada frase de Sócrates, o grego que terá vivido há mais de 2000 anos, para não haver confusões. Alegava o ateniense que só em relação à dúvida e ao desconhecimento é possível estarmos certos; a consciência da própria ignorância era, portanto, a última virtude.

Para quando um equivalente ao #MeToo para o tempo?

A decisão de escrever este texto não foi isenta de tormento e de dúvida. O respeito que tenho pelo tema e o receio de ser mal interpretado fizeram sentir o seu peso. Com o progresso pandémico do vírus, que rapidamente se espalhou pelo mundo e nos está a mudar as vidas e as rotinas de forma radical, a indecisão tomou proporções ainda maiores.