A famosa tenista norte-americana despediu-se do ténis no final de 2022, mas continua ativa enquanto empresária e investidora em empresas que promovem a diversidade.
Em 2013, o Airbnb contratou o Chip Conley, na época com 52 anos, para a posição de diretor de hospitalidade global e estratégia da empresa. Chip conta que tinha pelo menos o dobro da idade de qualquer outra pessoa no escritório.
O estudo “O atual estado da diversidade e inclusão em Portugal e na Europa”, da GoodHabitz, constata que 84% dos trabalhadores portugueses acredita que a sua organização deveria dar mais atenção à diversidade e inclusão.
O estudo internacional “Diversidade e inclusão nas organizações: desafios e competências de uma transformação cultural” revela que 63% dos colaboradores já sofreram pelo menos uma forma de discriminação no trabalho.
Tendo em conta os últimos anos, altamente conturbados social e economicamente por causa da pandemia, os profissionais mais jovens poderiam estar mais inclinados a aceitar qualquer oportunidade de carreira disponível, mas fenómenos globais como a “Great Resignation” mostram que as prioridades e aspirações dos colaboradores estão a mudar, bem como os benefícios, o respeito, a valorização e a qualidade de vida que esperam encontrar no local de trabalho.
Playbook lançado pela comunidade Portuguese Women In Tech está disponível gratuitamente e pretende incentivar o ecossistema empreendedor a promover a diversidade e a inclusão, e a alterar as suas práticas.
O estudo Diversidade & Inclusão, da Michael Page, revela que 95,1% dos inquiridos considera que a gestão da diversidade contribui para o sucesso global da empresa.
Promover uma cultura diversa e inclusiva é algo que as empresas tentam, cada vez mais, pôr em prática, nem sempre com o sucesso desejado. Ponha em prática algumas estratégias para que essa missão seja bem-sucedida.
A Progressive e a VMware lideram a lista da Forbes que enumera as empresas que mais se preocupam com a diversidade nos Estados Unidos. Conheça as ações que as tornam mais inclusivas.
No Dia da Mulher não ofereçam prendas ou deem os parabéns às mulheres pela data. E se oferecerem ou receberem flores, por cada uma delas, recordem as lutas que muitas travaram para verem direitos básicos reconhecidos em vários países do mundo.
A começar o novo ano, olho para trás e surpreende-me ver o tempo que dedicámos em 2021 a falar de “Igualdade” num Mundo em que as desigualdades se acentuaram cada vez mais, nomeadamente entre ricos e pobres, democracias e autocracias, entre os que têm um emprego estável e os que lutam por um emprego, entre vacinados do hemisfério Norte e os não vacinados do hemisfério Sul ou entre o florescimento de economias digitais e o definhamento de setores ditos tradicionais.
De acordo com o Fórum Económico Mundial ( WEF, 2020) no início da década assistimos a uma convergência de três grandes tendências: a utilização acelerada das tecnologias da 4.ª Revolução Industrial no meio de uma pandemia, perturbações do mercado de trabalho tanto no trabalho remoto como no trabalho que exige presença física, e, um amplo apelo a uma maior diversidade, inclusão, equidade e justiça social.

















