O tema está, pelo menos oficialmente, na agenda de muitas empresas e as empresas cotadas são até obrigadas, desde a entrada em vigor da Lei 62/2017 de 1 de agosto (conhecida como “Lei das Quotas”) a integrar uma determinada percentagem de mulheres nos seus órgãos de administração e fiscalização.
No início do ano fui convidado para dar aulas de International Business Development num Master da SKEMA Business School em Paris. Este é um tema que normalmente não leciono, mas no qual investi muito durante a minha carreira profissional.
O tema é controverso, bem sei. E, a título de declaração de intenções, saliento que não me anima qualquer espécie de preconceito (pelo menos consciente) nem em relação à política, nem em relação aos políticos.
Criar equipas diversificadas, em género, raça e valências pode ser o caminho para gerar ideias inovadoras e disruptivas.
A diretora da Michael Page Portugal conversou com o Link To Leaders sobre os desafios que enfrentam as empresas portuguesas em termos de estratégias de diversidade e inclusão, e deixou conselhos às start-ups que queiram recrutar de forma eficaz.
As estratégias de diversidade e inclusão permitem aumentar a produtividade, além disso têm impacto direto no desempenho financeiro, segundo estudo da Michael Page.
A Accenture foi eleita a empresa internacional mais diversa e inclusiva do mundo pelo Thomson Reuters Index. Até 2025, a empresa tem como objetivo ter 50% de mulheres entre os seus colaboradores.
O LinkedIn entrevistou oito mil especialistas em recrutamento e descobriu as cinco melhores maneiras de criar uma cultura diversificada numa empresa.













