Sabemos que a Inteligência Artificial (IA) chegou para ficar e para vencer em múltiplas áreas e setores de atividade, seja organizacional, empresarial ou corporativa.
“Hoje, acredito que a criatividade não é um luxo. É uma necessidade urgente. Não estamos a falar de pintar quadros numa tarde de team building. Estamos a falar de trazer sensibilidade para o centro das decisões. De permitir que as organizações respirem. De recuperar o prazer de liderar com alma!”
A montanha, uma história de lições e conclusões, com princípio, mas ainda sem fim. Toda a vida lutamos para chegar a todo o lado, para combater em todas as frentes, para não deixar de fazer nada bem feito. Impomo-nos objetivos maiores do que os que parecem possíveis e desafiamo-nos a ir sempre mais além do que o sítio onde estamos.
A felicidade tornou-se instantânea. E todos a querem como se não fosse possível prescindir dela por um bocadinho. Tem de ser mesmo 24/7/365. Não será, nem de perto nem de longe, aquela serenidade que vem depois de um bom vinho, a aquecer uma boa conversa, ou a que emerge de um reencontro inesperado.
Como explorar, expandir e marcar a agenda internacional são alguns dos temas abordados por dezenas de personalidades nacionais, ligadas a múltiplos setores de atividade, neste livro coordenado pelo Iscte Executive Education.
Estive recentemente numa formação onde passaram um vídeo que me marcou e me inspirou a escrever este texto.
Com a chegada do verão, o país abranda. As agendas esvaziam, os e-mails reduzem o ritmo e as equipas distribuem turnos para garantir que todos tenham direito a um período de pausa. É o ciclo natural do ano. Mas será que, nas lideranças, estamos a dar o verdadeiro valor a este momento?
Vivemos um tempo de transformação profunda no mundo do trabalho. A digitalização acelerada, os avanços tecnológicos, a inteligência artificial, as alterações demográficas e, sobretudo, as expectativas sociais emergentes estão a reconfigurar a forma como trabalhamos, lideramos e criamos valor.
À medida que o ambiente digital continua se expandindo, a necessidade de proteção robusta nunca foi tão crítica. Empresas e governos ao redor do mundo estão a intensificar os seus esforços para proteger informações sensíveis, criando inúmeras oportunidades no setor de cibersegurança.
Os países ricos, quando veem necessidades pontuais de médicos ou paramédicos, quase sem esforço de preparação fina dos seus recursos humanos, resolvem-nas dando mais vistos de trabalho aos profissionais que necessitam, em geral do Terceiro Mundo. Assim cobrem a sua lacuna existente noutros países.
Mike Michalowicz lançou duas start-ups de sucesso e uma terceira que o levou a perder toda a sua fortuna. Conseguiu dar a volta e agora fala da sua experiência e de como transformar uma empresa numa máquina de fazer dinheiro.
A AHRESP distinguiu ontem empresas, instituições, estabelecimentos, regiões, projetos, produtos, serviços e profissionais dos setores da restauração, do alojamento e da promoção turística em Portugal.

















