Com a chegada dos dias longos e das temperaturas amenas, surge a vontade de partir à descoberta de paisagens naturais, longe das multidões e com liberdade. Para quem procura um verão diferente, a CamperDays propõe um roteiro sobre rodas por seis destinos de natureza, dentro e fora de Portugal.
Num artigo recente publicado na HBR (1), Amy Gallo reporta os resultados de um estudo sobre os conflitos no trabalho, onde se assinala que “94% dos respondentes afirmam ter trabalhado com uma pessoa “tóxica” nos últimos 5 anos.
“Pois ao que tem, mais será dado, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado" (Evangelho de S. Mateus 13:12). Recentemente fiz uma viagem de férias, passando por um total de quatro países — incluindo o país de partida e de regresso — com uma diversidade de paisagens, de recursos, de capacidades, de desafios e em diferentes estágios de desenvolvimento económico e humano.
À conta da minha formação académica, habito frequentemente espaços de conversação e de apresentação de ideias sobre psicologia e desenvolvimento humano. Confesso que ouvir ou ler esta expressão - “desenvolvimento humano” - me causa arrepios de desconforto e faz-me involuntariamente semicerrar os olhos.
Vivemos tempos paradoxais. O tempo em que tudo está “ligado” — mas nem sempre estamos ligados uns aos outros.
Escolher uma universidade é, talvez, uma das decisões mais decisivas que alguém pode tomar ao longo da sua vida académica e profissional. Não se trata apenas de escolher um local para estudar — trata-se de definir com quem queremos aprender, a que comunidade queremos pertencer, e em que ecossistema de conhecimento queremos crescer.
Resultado da colaboração de uma equipa de neuroarquitetura internacional, este livro propõe uma reflexão sobre como os espaços podem impactar a experiência humana.
O Happy City Index 2025 avaliou mais de 80 indicadores de felicidade para encontrar o que designa de GOLD Cities. Copenhaga lidera e o Porto conseguiu o 21.º lugar.
Se a cultura woke realmente sonha com um mundo mais justo e inclusivo, é essencial que esteja aberta ao diálogo e à crítica, sem recorrer à censura ou ao ostracismo como principais ferramentas de combate às divergências.
Numa economia global complexa e com níveis acrescidos de concorrência internacional, o gestor acaba por ganhar uma nova dimensão estratégica. O modelo tradicional de criação de valor mudou por completo e nesta fase crítica da economia portuguesa a aposta tem que ser clara – apoiar novas empresas, de preferência de base tecnológica, assentes numa forte articulação com centros de competência e capazes de ganhar dimensão global.
Este artigo é sobre gestão, acreditam? Pois, mas é. Acho que temos muito que aprender com a discussão em torno da sucessão do Papa Francisco e a entrada em funções do novo Papa Leão XIV. O que se tem passado é exatamente o que se passa quase sempre e invariavelmente nas empresas familiares, senão vejamos.
A Inteligência Artificial está a transformar o mercado de trabalho a uma velocidade vertiginosa, com milhões de empregos em jogo. Este artigo de opinião não é mais um alarme, mas um guia prático: através de uma jornada real no setor tecnológico – desde o Turbo Pascal, BIG Data à Cloud e IA – descubra como a constante evolução exige mais do que competências técnicas.

















