À medida que os nossos governos e bancos centrais tentam salvar uma economia moribunda, dando especial importância aos mercados bolsistas, deixam-me a pensar que estão a seguir um caminho que é errado.
Investimentos
À medida que a crise do Coronavírus se aprofunda, precisamos que os governos ajam de forma rápida e eficaz, para lidar não só com o lado da “saúde da doença”, mas com o desastre económico que “bate” à nossa porta.
Ao travar uma guerra com a qual nenhum de nós tem experiência, precisamos de pensar na nossa própria responsabilidade. Porque não temos um roteiro para nos fornecer soluções, mas só a China como o único exemplo a seguir, devido a algumas semanas de infeção. Temos que começar a pensar logicamente em como esta situação sem precedentes afetará as nossas vidas hoje e, mais importante, amanhã.
A diversidade é, nos dias de hoje, uma necessidade absoluta das organizações e uma demonstração de competência e cumprimento dos critérios fundamentais de boa gestão: diversidade, precisa-se! Simples, só isso...
Enquanto o mundo luta para chegar a um acordo com esta pandemia de coronavírus, desafio-vos a dedicar um minuto para pensar em como tudo começou.
Para além da barbárie, do rasto de destruição e do retrocesso civilizacional que a Europa sofreu, o pós-guerra mundial de 39-45 gerou uma onda de intervencionismo estatal, nuns casos conducente ao comunismo - Europa de Leste e Rússia - noutros à adopção de políticas socialistas que provocaram enormes retrocesso no desenvolvimento económico dos países europeus. A liberalização dos anos 80 inverteu significativamente essa situação.
Francisco Lopes criou, em Portugal, o Portal da Sabeboria, mas escolheu Los Angeles para lançar a sua start-up, o LINK que é uma espécie de “LinkedIn para influenciadores digitais”. Em entrevista ao Link To Leaders fala do que o levou a escolher este país e como se tornou investidor.
Empreendedor, fundador, business angel, consultor... são multifacetadas as atividades do alemão Mario Busshoff, profissional com uma vasta experiência internacional em empreendedorismo. Em entrevista ao Link To Leaders falou, entre outros temas, sobre burocracia e as dificuldades de financiamento que as start-ups têm de ultrapassar.
Cientista da computação, business angel, professor e orador, Christoph Holz sabe do que fala e como ninguém "traduz" o conhecimento digital em cenários lógicos futuros e em consequências surpreendentes. Ao Link To Leaders explica o complexo mundo digital e as suas perspetivas, e dá a conhecer o seu lado de investidor.
Estive recentemente no Dubai e na Índia (bem, numa ínfima parte desta!...). Dois mundos distintos, entre si e cada um deles do que é hoje Portugal. Duas realidades de um mesmo mundo. Cada vez mais conectado!
A questão coloca-se sempre que um empreendedor lança uma start-up: procurar um investidor na fase inicial do projeto ou posteriormente. Saiba que, de acordo com a EBAN, os Business Angels preferem a fase seed.
Além das estatísticas globais do mercado europeu, o “Annual Statistics Compendium”2018, da European Business Angels Network (EBAN), também revela os critérios preferenciais dos Business Angels quando se trata de escolher projetos para investir.











