“Portugal distingue-se por uma cultura de start-ups muito colaborativa. Os fundadores são abertos, internacionais e curiosos, o que reforça a minha convicção de que ecossistemas sólidos são fundamentais", afirma Stewart Noakes, cofundador da Canopy Community, um dos hubs portugueses destacados no ranking do Financial Times.
Empresas e Start-Ups
Nas organizações, as conversas difíceis continuam a ser adiadas. Feedback corretivo, conflitos latentes, desalinhamentos de expetativas ou comportamentos inadequados são temas que muitos líderes preferem contornar. No entanto, o verdadeiro problema não está na conversa em si, mas sim na sua evasão.
Falar de empregabilidade hoje é falar de reinícios. Não apenas de novos empregos, mas de novas versões de nós mesmos.
Nos últimos dois anos criou-se uma narrativa inevitável de que a Inteligência Artificial (IA) vai substituir empregos em massa. É uma ideia que se repete, gera cliques e que, honestamente, assusta as pessoas. Mas quando olhamos para os dados reais — não as “previsões” — a história é bem menos dramática.
O protocolo em Portugal está vivo e de boa saúde, não é uma velharia obsoleta e inútil, uma relíquia do passado, um conjunto de formalidades e rituais anacrónicos.
Quando nascemos, não chegamos ao mundo como folhas totalmente em branco, mas também não chegamos como autores de uma história inédita. Entramos num palco já montado, com cenários definidos, regras implícitas e narrativas que nos antecedem.
Há mais de uma década que me interesso pela inovação e empreendedorismo social. Clarificando os conceitos, falamos de iniciativas que procuram soluções inovadoras, eficazes e sustentáveis para problemas complexos (muitas vezes menosprezados) de uma sociedade.
O setor imobiliário atravessa uma transformação estrutural impulsionada pela digitalização. Mais do que uma tendência tecnológica, trata‑se de uma mudança profunda na forma como se planeiam, desenvolvem, comercializam e gerem ativos imobiliários.
A inteligência artificial deixou de ser uma promessa distante. Hoje, está em todo o lado: nas empresas, nas escolas, nas redes sociais e até nas nossas decisões diárias.
"O Grupo Rekeep tem vindo a crescer em mercados estrangeiros estratégicos através de parcerias com empresas locais sólidas, casos do mercado francês, polaco, turco e no Médio Oriente, e Portugal enquadra-se plenamente nesta visão globalizada", afirma Ricardo Gonçalves Cerqueira, CEO da Rekeep Portugal, sobre a entrada do grupo italiano no mercado português.
Durante anos, o sucesso nas relações públicas foi medido pela cobertura. Um artigo forte, um canal respeitado, um momento de visibilidade. Os fundadores recolheram logótipos, capturas de ecrã e picos de tráfego e consideraram o trabalho feito. Estamos a notar que este modelo já não se mantém.
Durante muitos anos, os empresários habituaram-se a pensar o mundo como um espaço relativamente previsível. A geopolítica existia, claro, mas parecia acontecer num plano distante da gestão quotidiana das empresas.












