Entre o Douro, os dias em família e as caminhadas junto ao mar, Bruno Taveira, Country Lead na Becton Dickinson Portugal, encontra nas férias o espaço para abrandar e recuperar energia. Fora do escritório, fala sobre a importância de confiar nas equipas, de manter o foco no longo prazo e sobre o impacto crescente da inteligência artificial na forma como trabalhamos, aprendemos e tomamos decisões.
Empresas e Start-Ups
Há uma coisa que aprendi a olhar de forma diferente desde que construo uma empresa que passa o dia a ler estruturas societárias ibéricas: a forma como uma empresa está organizada conta uma história que os números, sozinhos, não contam.
"Portugal ajuda-nos aqui mais do que habitualmente se reconhece e uma das razões está na base de engenharia do país. A IA aplicada a decisões de negócio é, na sua essência, um trabalho de engenharia: formular o problema, modelá-lo, construir software que corre em produção e medir o resultado", afirma Luís Guimarães, cofundador da LTPlabs.
“O mundo está cada vez mais igual”, dizia-me alguém há uns dias, quando falávamos de viagens. Sim e não, disse na altura, e reitero aqui por escrito.
Cinema, teatro, tempo em família e uma escapadinha aos Açores estão entre as escolhas de Nuno Brás para aproveitar os momentos de pausa. O diretor-geral da Angelini Pharma em Portugal defende a importância de desligar verdadeiramente e de confiar na autonomia das equipas. Em conversa com o Link to Leaders, fala ainda dos desafios de liderar em contextos de incerteza e da aposta crescente na IA para melhorar os processos internos da organização.
Seja em contexto profissional seja em contexto familiar ou social, todos nós já fomos vítimas ou agressores pela forma como comunicamos e reagimos.
Ex-diretor do Banco Central americano entre 2006 e 2011, Warsh foi escolhido para suceder a Jerome Powell e chefiar o Banco Central dos Estados Unidos da América.
"Os produtos e soluções em cuja produção participamos estão hoje presentes em todos os continentes, o que demonstra que a indústria portuguesa tem capacidade para competir ao mais alto nível", afirma Carlos Alves, cofundador e administrador do Grupo HFA.
Durante muitos anos, o branqueamento de capitais foi visto por muitos profissionais da mediação imobiliária como mais uma obrigação administrativa. Um manual para arquivar, mais um formulário para preencher, e principalmente, uma formação obrigatória para cumprir.
Família, viagens e alguns dias obrigatórios em Cabanas de Tavira fazem parte da receita de Rui Lopes, CEO da Simplefy, para recuperar energias no verão. Numa pausa em que prefere deixar os horários de lado, o gestor partilha também a sua visão sobre o impacto da IA nas organizações, o papel das equipas na liderança e as incertezas económicas e geopolíticas que acompanha com atenção para os próximos meses.
Leão XIV publicou a Magnifica Humanitas para lançar uma pergunta central: conseguiremos continuar humanos na era da inteligência artificial? Eu acrescentaria outra. Conseguiremos continuar líderes e a moldar lideranças?
Entrevista/ “Temos uma cultura de inovação muito forte e uma vontade permanente de evoluir e de inovar”
“A inteligência artificial é um dos pilares da estratégia futura da LG” e vai estender-se muito além da eletrónica de consumo, com aplicações previstas “na indústria automóvel, nos centros de dados e na robótica humanoide”, revela Kevin Huh, CEO da LG Portugal.












