Todos os dias aplicações, serviços, softwares, gadgets e soluções tecnológicas atuam como verdadeiros motores de mudança em muitos aspetos do nosso dia a dia. Assim, o setor das Tecnologias de Informação (TI) é um dos principais fatores de transformação do mundo e do comportamento dos consumidores.
Empresas e Start-Ups
O mundo digital vem criando inúmeras oportunidades a muitas empresas e marcas de se projetarem aquém e além-fronteiras, por força da globalização da internet.
Na sua 14.ª edição, o foco do Portugal Exportador esteve em mercados como Angola, Alemanha e Espanha, e nos setores agroalimentar, metalomecânico e ecommerce. Pela primeira vez, houve também espaço para dar voz às start-ups. O Link To Leaders esteve à conversa com o presidente da Fundação AIP sobre o evento e sobre o que é preciso para que as empresas consigam exportar e ganhar quota de mercado.
O tema está, pelo menos oficialmente, na agenda de muitas empresas e as empresas cotadas são até obrigadas, desde a entrada em vigor da Lei 62/2017 de 1 de agosto (conhecida como “Lei das Quotas”) a integrar uma determinada percentagem de mulheres nos seus órgãos de administração e fiscalização.
Este mês lançámos o desafio à Incubadora Taguspark de eleger a start-up do mês. A escolhida foi a Nocktronics, que desenvolve soluções End-to-End (E2ES) e que lançou o projeto Ferfonia para a Fertagus, que consiste na substituição do equipamento de áudio embarcado.
Entre 2014 e 2018 foram criados, em Portugal, 414.000 empregos líquidos. Cerca de três quartos destes postos de trabalho (348.716) resultaram da abertura de novos negócios, segundo dados da Informa D&B. Em média, cada nova empresa criou três a quatro empregos.
Há vários séculos Leonardo da Vinci desenhava o seu famoso Homem Vitruviano, figura incontornável que se tornaria uma referência no movimento Renascentista que se propaga por toda a Europa pós-medieval, centrando o Homem no centro do mundo, enquanto seu catalisador e principal impulsionador do seu desenvolvimento, afastando-se de forma bastante marcada a forte tendência religiosa que tinha sido apanágio dos séculos anteriores, especialmente no velho continente.
O nosso contexto diário é inegavelmente, e cada vez mais, assoberbado por tecnologia. É-o em praticamente todos os aspetos das nossas vivências diárias, principalmente no contexto profissional. Aqui, a automatização de processos já não se restringe apenas à utilização de novas ferramentas que nos ligam uns aos outros mais eficazmente ou que incrementam a eficiência de processos outrora manuais.
Jack Welch, ex-CEO da General Electric, tornou popular o mentoring reversivo em 1999, quando definiu que 500 dos seus principais executivos seriam orientados por colaboradores júniores (tipicamente, mais novos) com o objetivo de aprender a usar a Internet.
Independentemente da essencialidade e correlação imprescindível das várias etapas na realização de um planeamento estratégico, uma das mais relevantes é necessariamente a do diagnóstico.
Não é a primeira vez que escrevo sobre este tema, mas no rescaldo da Web Summit e da House of Beautiful business, que ocorreram em Lisboa, sinto vontade de voltar a ele.
No início deste mês de novembro teve lugar em Lisboa, uma vez mais, a Web Summit, que foi eleita pela revista Forbes a “melhor conferência de tecnologia do planeta”[i] e que reuniu os “melhores” oradores, investidores, empresas, empreendedores e os demais agentes do empreendedorismo do mundo inteiro.












