O autor do Cisnes Negros refere noutro dos seus livros, o Antifrágil, que a incerteza é algo desejável e mesmo necessário para se evoluir. Ele defende a existência de três tipos de sistemas: robusto, frágil e antifrágeis. Os sistemas frágeis perdem com a volatilidade, os sistemas robustos resistem, e os sistemas antifrágeis, melhoram com a volatilidade e com a incerteza.
Empresas e Start-Ups
A recente situação de pandemia do COVID-19 e a necessidade de respostas rápidas em termos de comunicação e operacionalização de sistemas, comprovou a robustez de diversas estruturas de gestão e administração.
"As organizações, como a sociedade em geral, precisam de pessoas que gostem, que procurem e que queiram fazer as coisas certas, mesmo quando tal possa não ser o caminho mais fácil ou vantajoso numa ótica individual. Pessoas com bom senso, com quem procuro rodear-me no meu dia a dia.”
Para garantir ao máximo a sua capacidade de resposta durante a pandemia de COVID-19, ainda antes da obrigação decretada pelo Governo no âmbito do estado de emergência, muitas organizações públicas e privadas passaram grande parte das suas equipas para teletrabalho, somando milhares de teletrabalhadores aos milhares de alunos que estão em casa em aulas on-line após o fecho dos estabelecimentos de ensino.
Se há algo que aprendemos com esta situação, é que é nas piores alturas que se vê uma nação. A celeridade com que vários projetos foram criados, desde o SOSVizinho, o Tech4COVID19, entre outros, mostrou-nos que um país não se faz pelos seus governantes, mas sim pelos seus cidadãos.
O título do presente artigo parte de duas leituras curiosas que tive oportunidade de fazer no Expresso de dia 14 de março. O jornal trazia, em duas partes distintas, uma menção à última palavra escrita por Camões nos Lusíadas, Inveja.
Entrevista/ “As start-ups são concorrentes fortes”
Há quase quatro décadas que a ManWinWin faz do software para a gestão da manutenção o seu “core business”, chegando atualmente a 101 países. Rodrigo Cabral, Managing Director da empresa, explica como é que uma empresa familiar sobrevive num universo de multinacionais e como convive com a concorrência das start-ups.
Uma das muitas áreas onde o nosso país tem dado cartas no domínio da inovação é no desenvolvimento de tecnologias para a intitulada indústria 4.0.
Os jovens de hoje vivem constantemente ligados. Esta é uma evidência cada vez mais clara e objetiva, senão vejamos os números.
O COVID-19 mudou a nossa vida cotidiana a vários níveis e um dos maiores desafios será trabalhar a partir de casa…com as crianças por perto.
Dos Açores para o mundo. Este podia ser o lema da Redcapig, uma start-up açoriana que criou um videojogo que vai chegar ao mercado este ano e que quer conquistar o mundo. Até lá, a start-up está a dar continuidade aos contactos que fez no Web Summit 2019 e vai abrir uma segunda ronda de investimento. Marco Bettencourt, fundador, explica como tudo começou.
A PackIOT é global desde o primeiro dia. Da comunicação totalmente em inglês até à equipa que se encontra dividida entre o Brasil, Portugal e o Quénia, tudo nesta start-up, que quer melhorar a eficiência da indústria das embalagens, foi pensado para o mercado internacional.












