Início Empresas e Start-Ups (Página 104)

Empresas e Start-Ups

Créditos: Paulo Duarte

5 questões a Luís Sarmento, cofundador e CEO da Inductiva

O cofundador e CEO da Inductiva, start-up que já este mês fechou uma ronda de investimento Seed de 2,25 milhões de euros, partilhou com o Link to Leaders a sua experiência de empreendedor e a sua visão de inovação e de liderança.

Start-up do mês: Phenix luta contra o desperdício alimentar

Francesa na sua génese, a Phenix está em Portugal deste 2016 e desenvolveu uma solução de gestão eficiente de stocks e conversão de excedentes alimentares em doações a instituições sociais, ajudando, assim, a combater o desperdício alimentar. É a start-up do mês.

Aprender a aprender, como?

Terminei a minha licenciatura em 1999. Desde essa altura várias foram as vezes que pensei em voltar aos bancos de escola. Mas por uma razão ou por outra fui sempre adiando.

Valorizar a Escola-Empresa

Centrar o objetivo de uma escola num conceito de empresa, chega a parecer ficção científica neste país. E não estou a falar nem de equipamentos nem de tecnologias, porque essa é apenas a parte em que falamos de ferramentas. E uma escola é mais, tem de ser mais, que as ferramentas com que opera.
Créditos: Gabriela Nemésio Nobre

O Natal não é para todos

É Natal. Uma época em que se procura destacar valores como a fraternidade, o amor e a solidariedade. Tempo de reencontros, de família, de esperança e de sonhos. Mas a azáfama não é a mesma para todos.

Não há milagres económicos grátis

Ultimamente surgiu na nossa discussão económica uma palavra inusitada: “milagre”. O Prémio Nobel Paul Krugman, velho amigo de Portugal, disse na entrevista ao Jornal de Negócios de 21 de novembro que a nossa economia é “uma espécie de milagre”.

Resoluções ou ilusões?

"So this is Christmas. And what have you done? Another year over. And a new one just begun". Assim começa uma das minhas músicas favoritas de Natal, "So this is Christmas", de John Lennon.

Criar ligações numa época de divisões

O título que serve de mote a esta reflexão poderia bem versar uma discussão acerca da sociedade atual, da ausência de elos e de vínculos emocionais. Mas como acredito que devemos deixar para “César o que é de César”, entrego esse tema aos especialistas no estudo da mente humana e das sociedades.