Escrevo-vos hoje sobre emoções. Emoções na vida. Emoções na carreira, no trabalho em equipa, com os colegas e amigos, em todos os contextos de vida.
Trago de novo o tema da liderança, que muito aprecio como sabem, e que procuro em cada artigo de opinião poder contribuir para melhor aprendizagem, muito baseada na minha experiência pessoal e profissional.
Escrever sobre a coragem de ser suficiente é desafiador. Ser suficiente é ser “imperfeito”. Ninguém quer ser “imperfeito” e muito menos ter a coragem de o ser e de o entender. A verdade é que tem muito impacto na nossa vida e como desfrutamos dela.
A afirmação não é minha, mas de Dale Carnegie na sua obra “Como fazer amigos e influenciar pessoas”. Este será o tópico para o artigo de hoje. Porquê? Muitos benefícios podemos retirar desta prática no nosso dia a dia pessoal e profissional.
Fala-se muitas vezes “entre corredores” corporativos e até em tertúlias de final de dia, num café entre colegas e amigos: “é a pessoa certa no lugar certo”! ou, infelizmente é “a pessoa errada no lugar errado”!
“Aquele que não deseja o poder está apto a segurá-lo.” – Platão. Nunca fez tanto sentido esta frase quanto, a emergência de novos paradigmas na liderança das organizações.
A maioria dos líderes empresariais compreende o poder de uma cultura dinâmica e positiva - mas quase todos os esforços para mudar a cultura falham. Porquê? A abordagem está muitas vezes errada.
Uma das grandes questões que se coloca no atual contexto de pandemia é, como nos mantemos motivados, focados e orientados aos nossos objetivos e resultados?
Quem bem me conhece, sabe o quanto gosto de usar a metáfora do “copo meio cheio, copo meio vazio”. Em todas as dimensões da nossa vida, seja, pessoal, familiar ou profissional. A nossa vida, não é feita sempre de coisas boas ou agradáveis. Nem sempre fazemos o que gostamos ou sentimos propósito. Temos de lidar com pessoas que não apreciamos, dificuldades inesperadas ou obstáculos surpresa.
Tenho vindo a partilhar alguns artigos sobre a importância de dar e receber feedback, e como este pode ajudar a crescer, aprender e melhorar o nosso desempenho. Afinal, como sabemos se estamos a fazer bem? Dentro das metas que nos foram propostas, ou as que nos propusemos? Como sabemos, que o nosso desempenho ou atuação impacta positivamente os outros (ou não)?
O valor “confiança” é o pilar de qualquer relação, seja em contexto pessoal, familiar, profissional ou corporativo. Sem ela, nada se constrói, de forma sólida e sustentável ao longo da vida. É um dos principais alicerces na construção de organizações sustentáveis ao longo do tempo.
Vários estudos internacionais das principais consultoras, apontam que as tendências globais de capital humano para a próxima década serão a da “empresa social”.
