O empreendedorismo não tem idade. A sua estimulação, deve iniciar-se desde a nossa tenra idade, com ferramentas como o “design thinking” promovendo a criação de ideias inovadoras, a criatividade ou a resolução de um problema. As escolas nórdicas já o fazem desde algum tempo.
A escassez de talento e a sua grande competição global em especial na indústria das tecnologias de informação, apesar de serem um dado adquirido, a verdade é que algumas organizações têm ganho o interesse crescente deste talento. Quem são e porque (provavelmente) atraem mais talento face a grandes empresas?
Empreender não é um processo fácil e linear. Não sabemos por onde começar. As dúvidas e obstáculos emergem na nossa mente e caímos muitas vezes num grande marasmo mental e até chegamos a “paralisar”.
Hoje escrevo sobre empreender no interior. Descobri o nosso interior, mais concretamente a cidade de Seia, que me acolheu há cerca de 1 ano, para viver e trabalhar. Venha descobrir comigo, esta cidade maravilhosa!
Escrever sobre saúde mental em ambiente corporativo ainda é visto como um tabu, envolto em estigmas. Existe ainda uma grande dificuldade por parte dos colaboradores em falarem de forma aberta e honesta. Por outro lado, as lideranças estão pouco despertas para o tema, fruto de lideranças assentes no “always on” e “multitasking”, com inúmeras horas de trabalho, a qualquer dia da semana, “tarefeiros-mor” sem qualquer propósito no seu trabalho, nem para si nem para a organização.
De acordo com o Fórum Económico Mundial ( WEF, 2020) no início da década assistimos a uma convergência de três grandes tendências: a utilização acelerada das tecnologias da 4.ª Revolução Industrial no meio de uma pandemia, perturbações do mercado de trabalho tanto no trabalho remoto como no trabalho que exige presença física, e, um amplo apelo a uma maior diversidade, inclusão, equidade e justiça social.
Enquanto as organizações debatem que formato ou modelo escolher para o futuro do trabalho nas suas organizações, vale a pena fazer uma reflexão honesta sobre o tema.
Escrevo-vos hoje sobre emoções. Emoções na vida. Emoções na carreira, no trabalho em equipa, com os colegas e amigos, em todos os contextos de vida.
Trago de novo o tema da liderança, que muito aprecio como sabem, e que procuro em cada artigo de opinião poder contribuir para melhor aprendizagem, muito baseada na minha experiência pessoal e profissional.
Escrever sobre a coragem de ser suficiente é desafiador. Ser suficiente é ser “imperfeito”. Ninguém quer ser “imperfeito” e muito menos ter a coragem de o ser e de o entender. A verdade é que tem muito impacto na nossa vida e como desfrutamos dela.
A afirmação não é minha, mas de Dale Carnegie na sua obra “Como fazer amigos e influenciar pessoas”. Este será o tópico para o artigo de hoje. Porquê? Muitos benefícios podemos retirar desta prática no nosso dia a dia pessoal e profissional.
Fala-se muitas vezes “entre corredores” corporativos e até em tertúlias de final de dia, num café entre colegas e amigos: “é a pessoa certa no lugar certo”! ou, infelizmente é “a pessoa errada no lugar errado”!
