O próximo ciclo económico será muito desafiador para as lideranças. A volatilidade e a incerteza já são uma realidade. Liderar nestes contextos exige tomar todas as ações defensivas corretas e, ao mesmo tempo, tirar partido da volatilidade e incerteza e utilizá-las como catalisadores para galvanizar ações em torno de novas oportunidades de crescimento futuro da organização e das suas pessoas.
O leitor que tem acompanhado os meus artigos sobre a missão de empreender no interior, pode encontrar neste artigo mais um salto para esta nobre e orgulhosa missão de empreender fora do litoral.
O contexto económico mundial em que vivemos atualmente, inquieta líderes e gestores de todo o mundo. Os números algo assustadores da inflação, ausência de crescimento económico, entre outros, deixam alguma insegurança quanto ao futuro e ao crescimento das empresas.
Na minha experiência, enquanto empreendedora, o empreendedor é sempre uma mistura única de talento, competências, prática, inspiração, intuição, coragem, sentido de missão, valores e princípios de liderança e de propósito com uma forte capacidade visionária. Uma espécie de “impressão digital” única.
Hoje escrevo sobre um livro infantil. Um livro em que tive a oportunidade de participar do seu lançamento, com textos de Susana Amaral, psicóloga clínica e da saúde e educação em Seia, e ilustrações de Ana Verónica. Um forte contributo do interior do nosso país para iniciativas de valor e de grande nobreza: educar e transformar pelo amor.
O empreendedorismo não tem idade. A sua estimulação, deve iniciar-se desde a nossa tenra idade, com ferramentas como o “design thinking” promovendo a criação de ideias inovadoras, a criatividade ou a resolução de um problema. As escolas nórdicas já o fazem desde algum tempo.
A escassez de talento e a sua grande competição global em especial na indústria das tecnologias de informação, apesar de serem um dado adquirido, a verdade é que algumas organizações têm ganho o interesse crescente deste talento. Quem são e porque (provavelmente) atraem mais talento face a grandes empresas?
Empreender não é um processo fácil e linear. Não sabemos por onde começar. As dúvidas e obstáculos emergem na nossa mente e caímos muitas vezes num grande marasmo mental e até chegamos a “paralisar”.
Hoje escrevo sobre empreender no interior. Descobri o nosso interior, mais concretamente a cidade de Seia, que me acolheu há cerca de 1 ano, para viver e trabalhar. Venha descobrir comigo, esta cidade maravilhosa!
Escrever sobre saúde mental em ambiente corporativo ainda é visto como um tabu, envolto em estigmas. Existe ainda uma grande dificuldade por parte dos colaboradores em falarem de forma aberta e honesta. Por outro lado, as lideranças estão pouco despertas para o tema, fruto de lideranças assentes no “always on” e “multitasking”, com inúmeras horas de trabalho, a qualquer dia da semana, “tarefeiros-mor” sem qualquer propósito no seu trabalho, nem para si nem para a organização.
De acordo com o Fórum Económico Mundial ( WEF, 2020) no início da década assistimos a uma convergência de três grandes tendências: a utilização acelerada das tecnologias da 4.ª Revolução Industrial no meio de uma pandemia, perturbações do mercado de trabalho tanto no trabalho remoto como no trabalho que exige presença física, e, um amplo apelo a uma maior diversidade, inclusão, equidade e justiça social.
Enquanto as organizações debatem que formato ou modelo escolher para o futuro do trabalho nas suas organizações, vale a pena fazer uma reflexão honesta sobre o tema.
