A resiliência é uma das principais características das pessoas que desejam crescer, progredir e sair vencedoras.
O atual contexto que o vírus Covid-19 trouxe não pode ser analisado como meramente conjuntural. As organizações começam a reorganizar-se, mas têm, na realidade, de se reinventar. Algumas já o fizeram, muitos antes e, por isso, estão melhor preparadas, outras terão reativamente de responder a novos desafios de gestão e liderança.
Este artigo pretende ser um momento de reflexão. Com simplicidade, mas não simplista, até porque o assunto é tudo menos fácil. O meu objetivo é que no final da sua leitura saia daquele registo do “parece-que-hibernei-na-minha-vida-profissional-há-tantos-invernos-quanto-as-temporadas-da-guerra-dos-tronos!”.
Estamos em 2020, início de um novo ano e de uma nova década, por isso, nada melhor, para refletir sobre a nossa vida e fazer um balanço pessoal. Refletir sobre uma mudança e como ela nos pode transformar e trazer renascimento ao nosso dia a dia, é altamente profícuo para o nosso equilíbrio e bem-estar pessoal e familiar.
Como a generosidade no trabalho, promove positividade, partilha e cooperação entre as equipas. Aproveitando a lenda de São Martinho, escrevo sobre a generosidade no trabalho.
Escrevo hoje sobre uma temática que está cada vez mais na ordem do dia-o coaching.
Os momentos de pós-férias são sempre profícuos. Trazemos normalmente o espaço e a quietude mental e emocional para refletir sobre alguns temas do nosso dia-a-dia pessoal e profissional, com maior consciência e responsabilidade sobre as nossas vidas.
No passado dia 25 de março, tive a oportunidade de ser convidada pelo Ricardo Pereira para participar num projeto pioneiro. O seu objetivo era criar 12 podcasts com gestores e empreendedores do mercado nacional onde pudessem partilhar, a partir da sua própria história de vida pessoal e profissional, quais são os seus 7 mindset secrets – as 7 atitudes ou formas de estar na vida e nos negócios e que são a base do seu sucesso e progresso, das suas equipas e das organizações que lideram atualmente e que já lideraram no passado.
Inicio este artigo com uma pergunta de reflexão: como podemos querer acreditar em quem nos lidera senão acreditamos em primeiro lugar em nós?
Escrevo um artigo dedicado a este tema em particular, pois considero que não damos a devida importância a esta ferramenta de gestão e de liderança, aplicável, não só às empresas, mas também à nossa vida pessoal e familiar.
Vivemos tempos em que as organizações se expandiram, internacionalizaram, globalizaram e absorveram a era digital e tudo o que ela engloba.
Quem nunca usou a expressão – “se não perguntares, nunca saberás!” ou “se perguntaste é porque vais fazer algo com a resposta!”
