O ano de 2020 começou ou melhor dizendo quase, pois ainda ontem foi Carnaval. Após a folia, então sim, o ano oficialmente começa em terras brasileiras. Mesmo, o ano começa oficialmente em março; em 2019 foram registados 210 investimentos em start-ups brasileiras, totalizando 8,7 bilhões de reais no ecossistema empreendedor do país.
O mercado mundial de wearables está ao rubro. Segundo o IDC Worldwide Quarterly Wearable Device Tracker, este segmento alcançou os 305,2 milhões de unidades vendidas em 2019, mais 71,4% face a 2018. A Europa está a acompanhar o ritmo com projetos inovadores.
Nos últimos anos, a Estónia tem sido uma referência de sucesso no ecossistema europeu de start-ups, com empresas como Bolt, Skype e TransferWise a alcançarem um impacto global. No entanto, um novo player báltico começa a posicionar-se no topo: a Lituânia.
Capital de risco ou capital de ventura (em inglês: venture capital), é uma modalidade de investimentos utilizada para apoiar negócios por meio da compra de uma participação acionista, geralmente minoritária, com objetivo de ter as ações valorizadas para posterior saída da operação.
Uma consultora de análise de dados da Malásia e uma empresa de ecommerce do Irão acabam de ser incubadas na IPStartUp, do Politécnico de Setúbal.
A Europa está a produzir algumas start-ups promissoras no campo da robótica e da IA. Apresentamos 10 casos que podem vir a dar que falar.
O concurso tem como finalidade promover a transformação, inovação e disrupção no setor dos seguros. A competição local foi disputada pelas start-ups Knok, loqr, YDATA e THEIA e Aplanet.
60% dizem competir com outras start-ups e scale-ups de tamanho semelhante para encontrar perfis qualificados, revela estudo de consultora britânica.
A Tech5 escolheu cinco projetos portugueses para integrarem a competição deste ano. Os vencedores serão divulgados em junho, em Amesterdão.
Pela primeira vez, o Prémio de Inovação IN3+, uma iniciativa da Imprensa Nacional – Casa da Moeda (INCM), vai incluir start-ups. Até agora o prémio, no valor de um milhão de euros, era dirigido apenas a centros de investigação e universidades. Esta iniciativa pretende promover a inovação e a investigação em áreas como inteligência artificial, segurança e eficiência energética.
O investidor internacional anunciou esta semana que vai dinamizar os seus investimentos na Europa.
É uma space-tech? Quer escalar? Então a Space Academy, marcada para junho na Irlanda, pode dar uma ajuda à sua start-up. As inscrições decorrem até 15 de março.
















