No final de 2019, o número de start-ups fintech em todo o mundo aumentou para mais de 12.200, registando-se 21.700 empresas. A maioria são da América do Norte, revela o Finanso.se.
No passado dia 18 de março de 2020 foi decretado o “Estado de Emergência” em Portugal, que implica fortes restrições aos direitos de circulação e às liberdades económicas, de pessoas, bens e empresas. Trata-se, obviamente de uma medida que está a ser tomada um pouco por toda a Europa e pelo mundo, como forma de conter a pandemia da COVID19.
Dezenas de start-ups internacionais estão a transformar os modelos de trabalho, a criar tendências, e, segundo alguns venture capital inquiridos pela Business Insider, reúnem todas as condições para prosperar em 2020.
A primeira edição do Rise for Impact já tem vencedor. A escolha recaiu na start-up ImpactOn.
A Startup Portimão vai promover o 1.º Bootcamp de Aceleração Online no Algarve. Smart Cities e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável dão o mote à iniciativa.
TeamLoan, Preserve e uma app de encomenda de medicamentos são as mais recentes propostas da comunidade Tech4COVID9 para ajudar ultrapassar as contingências da pandemia.
O Covid-19 trouxe muitos imprevistos que estão a exigir uma “ginástica” de adaptação das empresas e das famílias. Contudo, esta crise também pode ser uma porta aberta e tornar-se num acelerador da digitalização dos serviços financeiros. Conheça as áreas em que as start-ups fintechs podem ajudar.
A medida anunciada pelo ministro da Economia alemão visa ajudar as start-ups a completar as suas rondas de financiamento durante o novo coronavírus e segue os passos dados em França no apoio a estas empresas.
“O estigma associado ao regime de layoff leva a que muitas empresas não acionem esta medida. No entanto, não deverão hesitar, porque o mais importante é preservar o negócio e os ordenados dos colaboradores a longo prazo”, defende Ricardo Carvalho, CEO do Grupo Lisbon Project e business angel, em entrevista ao Link To Leaders.
As start-ups de tecnologia e os investidores europeus querem provar que o lucro e o fim social podem andar lado a lado e fazer parte de um plano de negócio.
Estive a semana passada (remotamente…) com um grupo de 10 start-ups, com jovens que dedicaram os seus últimos anos a dar corpo a uma ideia.
Entrevista/ “Como sempre acontece em momentos de devastação, haverá empresas que caem e outras que prosperam”
O empresário Ricardo Luz acredita que "a capacidade de inovação humana é infinita e que haverá muitos novos negócios a surgir" nesta nova fase da sociedade. Contudo, alerta para as dificuldades que muitas start-ups irão atravessar e deixa algumas palavras de incentivo.

















