O crescimento do negócio digital, seja na versão meramente comunicacional, rede social ou e-commerce tem crescido de forma exponencial desde que teve início a pandemia.
Fazem parte do nosso dia a dia há mais de 20 anos e tiveram o objetivo à nascença de conectar pessoas, independentemente da distância a que se encontravam, constituir um fenómeno inclusivo e, sobretudo, de partilha. São as redes sociais.
A preparação do retalho para o “novo normal” é um dos temas centrais dos próximos desafios da gestão.
Até há bem pouco tempo, a chamada jornada do cliente continha contornos mais ou menos estanques, que se iniciavam na notoriedade da marca, despertar do interesse pelo produto ou serviço, manifestação do desejo de aquisição, culminando com o acto de compra. Chamou-se-lhe modelo AIDA (Atenção, Interesse, Desejo, Aquisição).
Os padrões de consumo estão a alterar-se de forma significativa. Em tempos de quarentena, onde o acesso aos produtos do dia a dia obrigou os consumidores a restrições e à procura das melhores opções, foram várias as empresas (muitas micro e desconhecidas) que souberam compreender o sentido de oportunidade de estar perto dos seus clientes.
Tudo mudou! No modo de vida, na dinâmica empresarial, na organização do trabalho e na interacção com os demais.
Não há meio de comunicação social que não aborde o novo surto viral do Covid19, vulgo coronavírus. Há uns em particular que dificilmente encontram outras temáticas de interesse público. Percebe-se o mediatismo e a necessidade de manter as populações informadas, mas já há quem fale em histeria.
Num balanço de 2019, é altura de fazer uma pequena análise de marketing às grandes potências mundiais dos dias de hoje, bem como perspetivar o que nos reservam os próximos anos nesta matéria.
O mundo digital vem criando inúmeras oportunidades a muitas empresas e marcas de se projetarem aquém e além-fronteiras, por força da globalização da internet.
Quando se enfrenta o desafio de criar valor para os clientes, o apelo à reflexão é uma necessidade e uma obrigação. Mas tal só pode ser feito se nos abstrairmos da presunção de que sabemos o caminho e de que faríamos melhor que todos os outros.
Já é indisfarçável que o tema central do futuro próximo das economias e comércio mundial vai girar em torno das relações bilaterais entre EUA e China, com a União Europeia em papel secundário. Alguns contornos dessa evolução já são conhecidos e muitos estarão por desbravar, naquilo que vai ser o nascimento de uma nova era tecnológica, pela proliferação do 5G.
A partida de Alexandre Soares dos Santos merece um tributo à sua memória e a tudo aquilo que foi capaz de construir, desde que, em 1996, tomou conta dos destinos da Jerónimo Martins, que havia nascido no Chiado em 1792.







