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O ROI da Inteligência Artificial

Nos primeiros anos da inteligência artificial generativa (IA), as empresas preocuparam-se sobretudo em experimentar, testar ferramentas e perceber onde a tecnologia poderia ser aplicada. Agora que a IA começa a assumir tarefas concretas e a entrar efetivamente nos processos de negócio, a questão mudou. Já não basta perguntar quanto custa utilizar a IA. A pergunta decisiva é outra: que valor está a gerar para o negócio e para o cliente?
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O futuro da venda de serviços: quando a IA muda tudo, menos a confiança

Vender serviços consistia em dominar a informação, conhecer o mercado e construir uma relação de confiança. Um agente de seguros, um gestor bancário, um consultor imobiliário ou qualquer profissional da área comercial nos serviços distinguiu-se até hoje, pela sua capacidade de aconselhar, apresentar alternativas e conduzir o cliente até à decisão. Mas esta realidade está a mudar rapidamente.
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A proposta de valor não se escreve. Cumpre-se.

Num mercado cada vez mais saturado e competitivo, a proposta de valor não se pode cingir a um mero exercício de comunicação. Deve afirmar-se como um dos pilares estruturantes de qualquer organização.
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O marketing está a redefinir as prioridades da gestão

Num momento em que os líderes empresariais enfrentam a volatilidade dos mercados, tempos incertos, pressão sobre custos e uma aceleração tecnológica sem precedentes, o marketing deve assumir-se como um verdadeiro barómetro da maturidade da gestão.
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Quando a IA tem lugar à mesa da Comissão Executiva

Imagine-se uma reunião da Comissão Executiva dentro de alguns anos: na sala, além dos diretores, está presente um assistente de IA, projetado em tempo real, capaz de analisar cenários, simular impactos e questionar pressupostos. Não substitui a liderança, mas funciona como um “espelho crítico” que desafia a intuição e reforça a qualidade das decisões.
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Como a IA está a reescrever as regras do marketing

A revolução já começou — e poucos parecem verdadeiramente preparados para ela. A Inteligência Artificial (IA) não é apenas mais uma tecnologia emergente: é a força que está a reescrever, em tempo real, as regras do marketing contemporâneo.
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A Siglomania da gestão: quando os acrónimos substituem as decisões

A gestão moderna tem um vício curioso: a paixão por acrónimos. Da clássico SWOT à recente OKR, passando por PEST, AIDA, RACE, NPS, VRIO, SMART ou ESG, parece que, para cada dilema empresarial, há sempre uma sigla salvadora pronta a entrar em cena. O problema é que, na maioria dos casos, estas ferramentas servem mais para robustecer relatórios e apresentações do que para gerar impacto real na vida das empresas.

Mudam-se os tempos, mudam-se os hábitos de consumo

É cada vez mais evidente que os padrões de consumo deixaram de ser apenas respostas temporárias a contextos de crise. O comportamento do consumidor transformou-se estruturalmente e, em muitos casos, de forma irreversível. A disrupção deixou de ser excecional, para representar o novo normal.

O marketing B2B na era da hiperconetividade

Durante muito tempo, o marketing B2B foi visto como um apoio às vendas: gerar leads, criar brochuras, gerir feiras, organizar eventos. Uma função tática, longe das decisões estratégicas. Mas num mundo onde os ciclos de compra são longos, multidimensionais e profundamente digitais, esta visão tornou-se obsoleta.

Do “Marketing One to One” a “IA to One”

Num mundo cada vez mais digitalizado e competitivo, os consumidores exigem experiências cada vez mais relevantes, fluidas e personalizadas. De facto, diversos estudos evidenciam que a grande maioria dos clientes, independentemente da faixa geracional ou económica, esperam interações adaptadas às suas preferências, pelo que a frustração aumenta quando tal não acontece.