Muito se escreve sobre igualdade de género no empreendedorismo e a necessidade de eliminar desigualdades que se verificam, nomeadamente a nível de acesso a recursos e em particular os financeiros.
Norte-americanas representam apenas 14% do ranking Forbes 400 deste ano; juntas, as 56 bilionárias somam uma fortuna de 564 mil milhões de dólares (488 mil milhões de euros). Alice Walton, MacKenzie Scott e Julia Koch lideram a lista.
Uma pesquisa da McKinsey & Company mostra que um terço das mulheres inquiridas considera reduzir a sua carreira profissional ou mesmo abandonar o mercado de trabalho.
O fundo de capital de risco com sede em Paris Gaia Capital Partners mudou o seu nome para Revaia e anunciou o encerramento do seu primeiro fundo no valor de 250 milhões. O fundo estará focado em projetos que sigam os critérios ESG (Environmental, Social, Governance).
A pandemia adiou a paridade entre homens e mulheres, de acordo com o relatório do World Economic Forum 2021 sobre a diferença de género. Para ajudar os empregadores a apoiarem as mulheres nas suas equipas de trabalho, a Adecco Portugal sugere 10 ações.
O projeto visa fomentar a atração de talento feminino e é direcionado para mulheres residentes em Portugal e Espanha. Inscrições até dia 1 de outubro.
Estudo aponta a Bulgária como o melhor país da Europa para as mulheres trabalharem. Portugal surge no final da tabela, segundo a Reboot Online.
Chama-se Women TechEU e vai financiar start-ups deep tech lideradas por mulheres. As candidaturas decorrem até 10 de novembro.
Aumentar a representatividade das mulheres nas equipas é um dos objetivos do unicórnio fintech que está a recrutar engenheiros de software e gestores de engenharia e de produto com diferentes experiências.
A iniciativa é promovida pela Huawei e tem como meta reconhecer o potencial do talento feminino no âmbito das Tecnologias de Informação e Comunicação.
A brasileira Isabelle Christina tem apenas 18 anos, fundou o projeto Meninas Negras e partilha a sua experiência de como se pode ser protagonista da sua própria carreira.
Até 2023, as mulheres investidoras vão ter mais peso na indústria global, vaticina um estudo do BCG.

















