Quando pensamos na liderança nas nossas organizações temos pelo menos duas perspetivas: a dos colaboradores e da chefia. Estarão estas visões em sintonia? Com bastante desconfiança poderíamos dizer que sim.
Qualquer organização, quer seja uma empresa já com maturidade no mercado ou em fase de arranque ou uma grande corporação, precisa de uma liderança forte e ágil que conduza os seus colaboradores a mudanças e os ajude a enfrentar um panorama em constante mudança e volatilidade.
Porque "querer" mudar não basta? Porque não conseguimos permanecer focados no objetivo que queremos alcançar? Porque acabamos por colocá-los na gaveta novamente? O que fazer para ultrapassar esta recorrente dificuldade? Qual é o segredo?
O podcast Think Like a CEO, apresentado por Gary Keeler e Jay Papasan, regressa para mostrar e partilhar dicas de como deve encarar um negócio num mercado em constante mudança.
Os seres humanos têm, em geral, um medo visceral do desconhecido, razão pela qual a incerteza, a ambiguidade e mesmo a dúvida persistente, podem gerar sentimentos de inquietação, ansiedade e stresse que ativam certas zonas do cérebro que nos impelem a ter atitudes reativas, cujas modalidades variam de acordo com a intensidade e a frequência dos sentimentos experimentados.
O novo livro da antiga primeira-dama dos Estados Unidos partilha conhecimentos práticos e estratégias eficazes para mantermos a esperança e o ânimo. Apesar da enorme incerteza do mundo atual, Michelle Obama deixa em “A luz que nos ilumina” estratégias para "navegar" num mundo em mudança.
O mundo precisa de pessoas que se sintam vivas, que deixem de tolerar o que as adoece e as afasta de quem verdadeiramente são!
Estamos praticamente a entrar em mais um verão, uma altura por excelência em que todos procuramos descansar e recarregar baterias. Independentemente da forma que as férias de cada um assumem, a verdade é que o objetivo normalmente passa por desligar do dia a dia normal e conectarmo-nos com os nossos, família e amigos, e connosco. E este ano, mais do que nunca, isso parece-me altamente relevante.
Ó tempo volta para trás… Quem se lembra desta canção? Se calhar era isso que muitos de nós gostaríamos de fazer. De voltar a 2019, a um mundo perfeitamente conhecido onde gerir e liderar era bem mais fácil. Onde, olhar para o passado, para as estatísticas, análises de negócio e grandes tendências macroeconómicas era muitas vezes suficiente para conseguir prever e direcionar o futuro rumo ao sucesso.
Na primeira parte desta reflexão sugeri que as competências deixassem de ser qualificadas como “moles” (soft) ou “duras” (hard). Agora, começando pelo fim, deixo outra sugestão: deixemos de chamar competências às soft skills.
Erin Carey mudou de vida e juntou-se ao grupo dos mais de 35 milhões de nómadas digitais que estão espalhados pelo mundo. A fundadora da Roam Generation criou a sua empresa de comunicação, enquanto viajava pelo mundo.
Como será 2022? Provavelmente esta é a pergunta que todos nós nos temos vindo a fazer nos últimos dias. Quando no dia 31 de dezembro de 2019 deu a meia noite e o ano 2020 começou, o entusiasmo e excitação eram grandes em todo o mundo. Seriam os loucos anos 20 do século XXI. Mal sabíamos que em dois meses e meio tudo ia mudar.
















