Numa era definida pela mudança rápida e pela inovação, o papel da liderança tem vindo a evoluir. Os modelos tradicionais de liderança estão a ser desafiados por líderes disruptivos que não apenas navegam nas incertezas, mas, e sobretudo prosperam nelas.
O novo quadro legal das ações coletivas para a proteção dos interesses coletivos dos consumidores veio clarificar e dar um novo impulso a este tipo de procedimento.
Passar por uma transformação profissional vai muito além de planear e de desenvolver as competências e a marca pessoal. Saiba o que deve fazer para uma mudança de carreira feliz.
A escola de programação até agora conhecida como Academia de Código assumiu uma nova designação: Code for All_.
E se, de repente, lhe fosse diagnosticada uma doença de gravidade avassaladora? O que faria a partir desse dia? Suponha que, por um desígnio cruel, a recuperação não pudesse ser assegurada. Nessa circunstância, conduziria a sua vida de um modo diferente?
Os líderes temem uma coisa acima de tudo: a transformação do jogo. A luta diária pelo sucesso do projeto é dura e difícil; mas enquanto as regras se mantiverem, os gestores ao menos sabem com o que contam.
Quando pensamos na liderança nas nossas organizações temos pelo menos duas perspetivas: a dos colaboradores e da chefia. Estarão estas visões em sintonia? Com bastante desconfiança poderíamos dizer que sim.
Qualquer organização, quer seja uma empresa já com maturidade no mercado ou em fase de arranque ou uma grande corporação, precisa de uma liderança forte e ágil que conduza os seus colaboradores a mudanças e os ajude a enfrentar um panorama em constante mudança e volatilidade.
Porque "querer" mudar não basta? Porque não conseguimos permanecer focados no objetivo que queremos alcançar? Porque acabamos por colocá-los na gaveta novamente? O que fazer para ultrapassar esta recorrente dificuldade? Qual é o segredo?
O podcast Think Like a CEO, apresentado por Gary Keeler e Jay Papasan, regressa para mostrar e partilhar dicas de como deve encarar um negócio num mercado em constante mudança.
Os seres humanos têm, em geral, um medo visceral do desconhecido, razão pela qual a incerteza, a ambiguidade e mesmo a dúvida persistente, podem gerar sentimentos de inquietação, ansiedade e stresse que ativam certas zonas do cérebro que nos impelem a ter atitudes reativas, cujas modalidades variam de acordo com a intensidade e a frequência dos sentimentos experimentados.
O novo livro da antiga primeira-dama dos Estados Unidos partilha conhecimentos práticos e estratégias eficazes para mantermos a esperança e o ânimo. Apesar da enorme incerteza do mundo atual, Michelle Obama deixa em “A luz que nos ilumina” estratégias para "navegar" num mundo em mudança.

















