Sempre que se fala de liderança surge desde logo a ideia de projeto, de iniciativa, de uma determinada missão ou ambição existente que, de uma forma endógena ou exógena, carece à partida, seja porque surge de entre o seio de uma equipa, seja porque lhe é imposta, de uma liderança, de um líder.
“O mito da liderança mais perigoso é que os líderes nascem assim – que existe um fator genético para a liderança. Isso é um absurdo; na verdade, a verdade é o oposto. Os líderes são feitos, em vez de nascidos” – Warren Bennis.
Um gere pessoas, outro inspira-as para inovarem. E o seu patrão, é um chefe ou um líder?
O clássico escrito há 2500 anos regressa às livrarias com uma nova reedição. Um manual de estratégia, planeamento e liderança, com 65 ensinamentos, que se mantém atual.
No rescaldo do Dia Internacional da Mulher e da divulgação, pela Informa DB, de dados que são, no mínimo, causadores de perplexidade no que se refere à posição das mulheres no mercado de trabalho, é difícil não refletir sobre o tema da “liderança feminina”.
Ao ver recentemente a capa da revista TIME onde se aglomeravam pilhas de crianças sem vida, dilaceradas pela guerra e ceifadas da sua vida pela indiferença e desumanidade mundial, resolvi escrever sobre a questão do desaparecimento do sentido de humanidade no mundo, nas organizações, na política e no homem.
“Best of da Gestão do Capital Humano” é o tema da 11.ª edição do Congresso RH agendado para março.
Consta que perguntaram a Gandhi “ o que destrói um ser humano”, pelo que ele respondeu: “A Política, sem princípios; o Prazer, sem compromisso; a Riqueza, sem trabalho; a Sabedoria, sem caráter; os negócios, sem moral; a Ciência, sem humanidade; a Oração, sem caridade.”
O conhecido orador e autor bestseller Simon Sinek partilhou cinco pontos que qualquer millennial precisa de ter para se tornar num líder.
Assumo, em nome do GRACE e enquanto Presidente da Direção desta Associação para o triénio 2018-2020, a colaboração com a Link to Leaders onde a Paula Guimarães a deixou.
Tenho refletido sobre a impossibilidade e ausência de competências dos executivos em potenciar os seus colaboradores a estarem satisfeitos, motivados e a quererem ir mais longe.
Liderança e globalização são algumas das palavras mais pesquisadas na internet no ano de 2017, em todo o mundo. Mas mais do que palavras, são conceitos intrínsecos à nossa atualidade.














